Farsa de Inês Pereira

de Gil Vicente
idioma: português, português do brasil
Editor: Diversos, maio de 2006 ‧
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Farsa de Ines Pereira Clássico do Teatro Universal, Gil Vicente escreveu essa obra em 1523, como resposta à corte portuguesa, enciumada pelo sucesso que ele vinha obtendo com sua grande produção literária. Algumas figuras palacianas colocaram em dúvida a autoria de suas peças e, por isso, apresentaram a ele um ditado popular - "Mais quero um asno que me leve, que cavalo que me derrube" - para que escrevesse sobre ele. Segundo o professor e crítico de teatro Sábato Magaldi, Gil Vicente não só se saiu bem no desafio, como realizou mais uma de suas obras-primas.

Farsa de Inês Pereira

de Gil Vicente

Propriedade Descrição
ISBN: 9788526009301
Editor: Diversos
Data de Lançamento: maio de 2006
Idioma: Português, Português do Brasil
Dimensões: 227 x 150 x 14 mm
Páginas: 73
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Português > Infantis e Juvenis > Literatura Juvenil
EAN: 9788526009301
Idade Mínima Recomendada: Não aplicável

SOBRE O AUTOR

Gil Vicente

Gil Vicente é a figura maior do teatro português e ocupa um lugar fundacional na dramaturgia do sistema interliterário da Península Ibérica, onde ombreia com nomes tão importantes como Juan del Encina ou Lucas Fernández. São muitas as incógnitas referentes à sua biografia. Nasceu provavelmente por volta de 1465, tendo vindo a falecer em data próxima a 1536, ao que tudo indica na cidade de Évora. A atividade dramatúrgica de Gil Vicente foi desenvolvida no âmbito da corte portuguesa, abrangendo os reinados de D. Manuel I e D. João III. Deixou-nos, por conseguinte, uma produção teatral permeada por modelos mentais em trânsito para a modernidade, uma obra empenhada na renovação das formas dramáticas medievais de cunho popular, religioso e cortesão. A Copilaçam de 1562, organizada pelos filhos Luís e Paula Vicente, constitui a primeira edição da obra completa de Gil Vicente, reunindo nela os diferentes géneros que cultivou, tanto de carácter devoto (milagres, mistérios ou moralidades), como de índole profana (comédias, farsas ou tragicomédias). De 1502, data da representação do Monólogo do Vaqueiro ou Auto da Visitação, até 1536, ano da Floresta de Enganos, o dramaturgo português averbou 44 peças, das quais 15 são em língua portuguesa, 11 em castelhano e as restantes 18 em ambos os idiomas.

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