Fahrenheit 451

Livro de bolso

de Ray Bradbury
Editor: 11 X 17, julho de 2020 ‧
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Guy Montag é um bombeiro. O seu emprego consiste em destruir livros proibidos e as casas onde esses livros estão escondidos. Ele nunca questiona a destruição causada, e no final do dia regressa para a sua vida apática com a esposa, Mildred, que passa o dia imersa na televisão.

Um dia, Montag conhece a sua excêntrica vizinha Clarisse e é como se um sopro de vida o despertasse para o mundo. Ela apresenta-o a um passado onde as pessoas viviam sem medo e dá-lhe a conhecer ideias expressas em livros. Quando conhece um professor que lhe fala de um futuro em que as pessoas podem pensar, Montag apercebe-se subitamente do caminho de dissensão que tem de seguir.

Mais de sessenta anos após a sua publicação, o clássico de Ray Bradbury permanece como uma das contribuições mais brilhantes para a literatura distópica e ainda surpreende pela sua audácia e visão profética.

Fahrenheit 451

Livro de bolso

de Ray Bradbury

Propriedade Descrição
ISBN: 9789897733048
Editor: 11 X 17
Data de Lançamento: julho de 2020
Idioma: Português
Dimensões: 111 x 173 x 10 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 240
Tipo de produto: Livro
Coleção: 11X17
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Ficção Científica
EAN: 9789897733048

Espetacular

Clarisse Veiga

Um livro com uma temática extremamente moderna e assustadoramente real. Recomendo vivamente a sua leitura

Livro fantásticos!

Diana Reis

Vale muito a pena ler, faz uma representação muito boa de problemas da atualidade num mundo distópico

Reflexão do futuro

S. E.

Um livro atemporal, que nos faz refletir sobre o amanhã da sociedade. É uma narrativa intrigante sobre um futuro indeterminado, em que os livros são proibidos, ter opinião própria é considerado antissocial e o pensamento crítico é suprimido.

Será assim tão distópico?

RP

Um livro envolvente, relevante e impactante. Faz o leitor refletir e coloca em perspetiva o mundo onde ´´nestes tempos tem-se em maior conta um louco coberto de ouro do que um santo e sábio maltrapilho´´

Totalitarismo bottom-up

António J. Figueira

Esta é para mim a mais genial e desconcertante ideia proposta Ray Bradbury nesta sua ´´distopia´´: a opressão autoinfligida e não contestada, que desemboca na ignorância e na esterilidade. Fahrenheit 451 foi sem dúvida uma das melhores obras que já tive a oportunidade de ler. Para além da sua contagiante escrita, que nos coloca nos olhos, mãos e mente do bombeiro Guy Montag, a ausa mensagem é um verdadeiro bálsamo (e, permitam-me este verbete, um ´´abreolhos´´) para o leitor. Numa dualidade que só as veredas da literatura permitem, Fahrenheit acaba por se tornar numa obra autorreferencial, uma vez que exorta a relevância dessa mesma literatura enquanto se configura como um dos seus maiores símbolos do século XX.

Recomendo!

Filipa

Permanece até os dias de hoje como uma das obras mais famosas da literatura distópica! Uma leitura brilhante. Esta edição é perfeita. Muito prática para levar para qualquer lugar, sem comprometer o conforto da leitura.

Intemporal

Ana Sofia Pereira

O que dizer mais deste super clássico, imensamente revisitado? Imperdível e muito atual, como todos os excelentes livros são. O prefácio e posfácio desta edição em particular são também de alta qualidade e a ler!

Ótima distopia!

Mariana Afonso

Se há algo indispensável numa boa distopia, é a atualidade do tema se manter décadas depois, num mundo muito diferente do que aquele em que a obra foi escrita. E isso é um fator presente neste livro. Um livro sobre a tendência humana a se ligar aos meios de comunicação e tecnologia que levam à massificação do pensamento, à perda da individualidade e pensamento próprio. Sobre a importância dos livros, e sobre quem os admira e com eles aprende. Que analogia excelente aos dias de hoje, em que tão raros são os que lêem no nosso país. O senão é apenas a escrita do autor, que parece que escreve o livro a correr, como num filme de ação, não nos deixando muito tempo para absorver as reflexões no livro contidas.

Absolutamente incrível!

Paulo Neto

Não estava à espera que o livro fosse tão envolvente, tão atual e relevante, mas a verdade é que foi. Apesar de o personagem principal parecer, por vezes, demasiado idealista, a história prende o leitor desde as primeiras páginas, com uma das conversas mais interessantes sobre liberdade que já li, até ao fim que é perfeito para a história: ao mesmo tempo esperançoso e realista. Ideal para qualquer fã de livros em geral, porque destaca a importância destes para a sociedade

Atual

Rodrigo

Que futuro poderá ter uma sociedade onde pensar e refletir é perigoso? Onde ignorância é privilegiada e a capacidade crítica inexistente? Estas são as questões que Ray Bradbury nos coloca ao longa da leitura deste livro. O mundo distópico que nos é apresentado é chocante, mas atual. Uma leitura importante, inspirada na destruição de livros que ocorreu na Alemanha de Hitler.

SOBRE O AUTOR

Ray Bradbury

Ray Bradbury (Illinois, 1920 – Califórnia, 2012) é um dos mais influentes escritores norte-americanos do século XX e autor de mais de trinta obras de ficção, entre as quais se contam os célebres romances Fahrenheit 451, Crónicas Marcianas ou A Morte É um Acto Solitário, assim como centenas de contos. Escreveu igualmente para teatro, televisão e cinema, incluindo a famosa adaptação cinematográfica de John Huston do clássico Moby Dick.
Ao longo da sua carreira, obteve inúmeros prémios e distinções como a National Book Foundation's Medal for Distinguished Contribution to American Letters, em 2000, a National Medal of Arts, em 2004 e o Pulitzer Prize Special Citation, em 2007. A sua obra está publicada em mais de 45 países.

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