Europa

de Jaime Batalha Reis
Editor: Livrododia, abril de 2006 ‧
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A presente obra reúne as dez crónicas escritas por Jaime Batalha Reis na Revista Occidental durante o ano de 1875. O autor, nascido a 24 de Dezembro de 1847, de uma família com propriedades no Concelho de Torres Vedras, foi engenheiro agrónomo, diplomata e escritor, tendo feito parte do grupo que organizou as célebres Conferências do Casino. As dez crónicas aqui apresentadas revelam a visão do autor do que foi acontecendo na Europa durante este ano, mostrando quais eram as ideias do jovem Batalha Reis. Depois de se ter fixado na Quinta da Viscondessa, no Turcifal, Jaime Batalha Reis viria a falecer em 1935.

Europa

de Jaime Batalha Reis

Propriedade Descrição
ISBN: 9789728979029
Editor: Livrododia
Data de Lançamento: abril de 2006
Idioma: Português
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Crónicas
EAN: 9789728979029

SOBRE O AUTOR

Jaime Batalha Reis

Jaime Batalha Reis nasceu em Lisboa em 24 de dezembro de 1847 e morreu a 24 de janeiro de 1935 em Torres Vedras. Formou tendo sido professor catedrático de Microscopia e Nosologia Vegetal no Instituto Geral de Agricultura. Foi também jornalista, crítico literário e da Geração de 70, onde contava vários amigos, entre os quais Eça de Queirós e Antero de Quental. Em 1882, quando era professor catedrático de Microscopia e Nosologia Vegetal no Instituto Geral de Agricultura, foi provido na carreira consular, sendo nomeado cônsul em Newcastle, onde estivera Eça de Queirós que, entretanto, assumira o Consulado em Bristol. Jaime Batalha Reis partiu em agosto de 1883 com a família, para o novo posto, mantendo-se na carreira diplomática perto de trinta anos, até se aposentar em 1921.Publicou numerosos artigos na imprensa, em especial inglesa e francesa, sobre temas associados às questões africanas, foi convidado a integrar diversas Sociedades, nomeadamente de Geografia, onde regularmente proferia conferências. Neste âmbito foi também um membro importante na criação e desenvolvimento da Sociedade de Geografia de Lisboa. A par do seu desempenho como Cônsul foram-lhe confiadas diversas missões confidenciais como é o caso das negociações financeiras em Paris relativas à situação do crédito de Portugal (1890-1891) e a sua missão em Berlim para conseguir o apoio da Alemanha a Portugal (1888-1891). Ocupou ainda o lugar de representante diplomático de Portugal em Petrogrado, onde assistiu à Revolução de 1917 e foi envolvido nos acontecimentos diplomáticos que então ocorreram. Só em 1918 conseguiu sair por Murmansk. No mesmo ano, foi o delegado português à Conferência de Paz de Paris e, a seguir, representante de Portugal na comissão que iria elaborar o Pacto da Sociedade das Nações. No regresso a Portugal criou o Secretariado da Sociedade das Nações e lançou as bases da Associação Portuguesa para a Sociedade das Nações, de que viria a ser vice-presidente.

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