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Euro Forte, Euro Fraco

Duas culturas, uma moeda. Um convívio (im)possível?

de Vítor Bento
Editor: Bnomics, março de 2013 ‧
13,50€
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Depois de 2 livros dedicados à crise portuguesa - Perceber a Crise para Encontrar o Caminho (2009) e O Nó Cego da Economia (2010) - Vítor Bento apresenta, neste novo livro, uma análise profunda da presente crise da zona euro. Identificando a "origem genética" desta crise como estando "nas contradições intrínsecas da própria zona euro", considera que as mesmas "manifestam-se através de efeitos económicos... Mas a sua origem é cultural e institucional" e "resultam do convívio, num mesmo regime monetário, de diferentes culturas, que ordenam diferentemente as preferências sociais". Enquadrado pelo backgound histórico da crise dos anos 1930, da origem do "modelo alemão" e da experiência de cooperação monetária europeia anterior ao euro, e com uma escrita acessível a não especialistas, o autor expõe as contradições da resposta original à crise e explora as possibilidades e os riscos para a sua resolução.

Euro Forte, Euro Fraco

Duas culturas, uma moeda. Um convívio (im)possível?

de Vítor Bento

Propriedade Descrição
ISBN: 9789897130724
Editor: Bnomics
Data de Lançamento: março de 2013
Idioma: Português
Dimensões: 149 x 200 x 8 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 176
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Português > Economia, Finanças e Contabilidade > Economia
EAN: 9789897130724

Uma diferença cultural em relação ao euro

João José Diogo Ribeiro

O que o livro " Euro Forte , euro fraco" transmite é uma visão oposta,entre os países com uma cultura, influenciada pelo pensamento romano e grego e os países do norte com uma visão luterana ,sobre , a função da moeda na sociedade actual.Nós os do sul com uma atitude laxista perante as contas públicas, os do norte, acérrimos defensores de contas públicas certas.

factos que a memória já não alcançava

Isabel Clarisse C. Rodrigues

Ao ler a obra pasme-se com alguns factos que a memória já não alcançava, como por exemplo em 2003, o da neutralização da aplicação dos mecanismos corretivos, por parte da Alemanha e França, relativamente aos défices excessivos. Ilariante que este procedimento tenha, nessa altura, sido apoiado pelo Reino Unido que esteve e continua a estar fora da zona euro. Fica à imaginação do leitor ou talvez à abordagem da próxima obra do autor, o que sería a situação atual, caso os mecanismos corretivos tivessem tido aplicação em tempo oportuno.

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