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Eupalinos ou o arquitecto

Diálogos

de Paul Valéry
Editor: Cavalo de Ferro, fevereiro de 2009 ‧
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A Cavalo de Ferro associou-se à Fundação Castelo do Crato na publicação de Eupalinos ou o Arquitecto, texto inédito em português de Paul Valéry, numa obra enriquecida com imagens retiradas dos espaços interiores do castelo, alvo de extensa obra de recuperação arquitectónica e paisagística.

Publicado em 1921, Paul Valéry imagina neste famoso texto um diálogo entre Sócrates e seu discípulo Fedro, no qual este contrapõe à doutrina socrática as concepções de Eupalinos de Megara, seu amigo, construtor de templos e figura fundadora da arte da arquitectura.
O livro desenvolve, através do diálogo e num misto de melancolia e de beleza, o argumento da oposição entre o mundo das formas e o mundo da matéria, entre as ideias concebidas e a produção do real e do concreto, centrando-se na relação entre a actividade do arquitecto e construtor com a filosofia e os problemas a esta colocados.
O Castelo do Crato é actualmente alvo de uma extensa obra de recuperação, para fins de criação de um centro de conferências internacional, por via da Fundação, criada e presidida pelo arquitecto António Teixeira Guerra. Em sintonia com o texto de Paul Valéry, e a par de algumas imagens do período clássico, reproduzem-se aqui algumas imagens dessa obra arquitectónica.

Eupalinos ou o arquitecto

Diálogos

de Paul Valéry

Propriedade Descrição
ISBN: 9789896230944
Editor: Cavalo de Ferro
Data de Lançamento: fevereiro de 2009
Idioma: Português
Dimensões: 260 x 266 x 17 mm
Encadernação: Capa dura
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Português > Arte > Arquitetura
EAN: 9789896230944

SOBRE O AUTOR

Paul Valéry

Paul Valéry (1871-1945) foi um dos mais importantes poetas, ensaístas e críticos franceses do século XX. Herdeiro do Simbolismo, tornou-se amigo íntimo de Stéphane Mallarmé e André Gide. Um desgosto amoroso levou-o a abandonar a poesia, o sentimentalismo e o formalismo literário, dedicando-se então ao estudo da matemática, da filosofia, da linguagem e da música. A sua escrita ensaística é a de um homem cético, mas generoso, atento ao singular, ao fragmentário e ao insignificante, interessado nas descobertas científicas e nos problemas políticos do seu tempo.

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