Eu Mileurista, me Confesso

Viver com mil euros por mês. Uma história na primeira pessoa.

de Filipa Guimarães
Editor: Livros d'Hoje, setembro de 2011 ‧

«A Filipa aprendeu muito nesta travessia do deserto.
Foi uma luta duríssima contra o desemprego e todas as suas nefastas consequências emocionais… Mas, sobretudo, teve a coragem de travar uma luta contra a invisibilidade daqueles que não têm trabalho. Não permitiu que a tornassem invisível. Li este livro de um trago. Rime. Emocionei-me. Franzi as sobrancelhas. Espantei-me. Quando acabei, pensei imediatamente na quantidade de gente na minha vida que precisa de ler este livro. E que também, infelizmente, na quantidade de gente que ainda não sabe… mas que em breve vai precisar. Este livro tão simples, tão cru e corajoso vai reconfortar muita gente. Pessoas «invisíveis» que a Filipa, com a sua imensa sensibilidade, encheu de cor, sons e movimento. Deu-lhes voz.»
- Rita Ferro Rodrigues, no Prefacio

Eu Mileurista, me Confesso

Viver com mil euros por mês. Uma história na primeira pessoa.

de Filipa Guimarães

Propriedade Descrição
ISBN: 9789722047913
Editor: Livros d'Hoje
Data de Lançamento: setembro de 2011
Idioma: Português
Dimensões: 136 x 211 x 5 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 124
Tipo de produto: Livro
Coleção: Auto-Ajuda
Classificação Temática: Livros em Português > Vida Prática > Vida Prática em Geral
EAN: 9789722047913

"Mileurista" de mesada

Ana Carreira

Quando se fala em alguém que vive com 1000,00 euros, presume-se que seja fruto do seu trabalho, não da mesada dos Pais... Não é bem a mesma coisa...

SOBRE O AUTOR

Filipa Guimarães

Filipa Guimarães nasceu em 1970, em Lisboa. Decidiu que queria ser jornalista aos 10 anos, no dia em que morreu Sá Carneiro, por não saber o que significava a palavra «sabotagem». É licenciada em Comunicação Social, tendo começado por estagiar no jornal A Capital. Depois de três anos na delegação da TVI do Porto, mudou-se para Lisboa, para a SIC. Mais tarde, integrou a equipa fundadora da SIC-Notícias, onde permaneceu até 2005. Saiu para tentar a sua sorte como free-lancer: passou pelo guionismo e apaixonou-se pela ficção. O seu maior sonho é viver da escrita e um dia escrever um road-movie, em Portugal. «Um dia sem rir é um dia perdido» tem sido o seu lema de vida.

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