Esteira Cheia ou o Abismo das Coisas

de António de Névada
Editor: Angelus Novus, abril de 2000 ‧
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Este é o segundo livro do poeta cabo-verdiano António de Névada, estreado em 1993 com o volume Acto Primeiro ou o Desígnio das Paixões.

Esteira Cheia ou o Abismo das Coisas

de António de Névada

Propriedade Descrição
ISBN: 9789728115463
Editor: Angelus Novus
Data de Lançamento: abril de 2000
Idioma: Português
Dimensões: 154 x 234 x 4 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 84
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Poesia
EAN: 9789728115463
Idade Mínima Recomendada: Não aplicável

SOBRE O AUTOR

António de Névada

Nascido em Lisboa no ano de 1967, no dia 7 de setembro, viveu toda a infância e a adolescência em Cabo Verde, Mindelo, na cidade do Monte-Cara. Em 1985 termina os estudos liceais e parte para Portugal para estudar Engenharia na Universidade de Coimbra, cidade onde viveu década e meia, e onde a Aurora lhe deu um filho e uma filha, o Tiago e a Sara.
De entre várias atividades culturais no contexto da vida académica fez um curso de Teatro Experimental e colaborou em vários eventos de teatro universitário pela CITAC (Círculo de Iniciação Teatral da Academia de Coimbra), tanto na organização e enquanto ator, como no âmbito da carpintaria teatral (cenografia, luminotecnia e sonoplastia). Nessa fase, de 1987 a 1992, foi também colaborador assíduo do DNJovem (suplemento literário do jornal "Diário de Notícias").
Regressou à sua condição islenha e vive nos Açores há 23 anos, em Angra do Heroísmo. Nestas ilhas da Macaronésia mais a norte, com outros poetas e agentes culturais tem liderado vários projetos e eventos de cariz literário, e também como curador.
É autor dos livros de poesia:
"Acto Primeiro ou o Desígnio das Paixões", Instituto Cabo-verdiano do Livro e do Disco, Praia (1993);
"Esteira Cheia ou o Abismo das Coisas", Angelus Novus, Coimbra (2000).
Tem colaboração poética dispersa em vários periódicos literários, nomeadamente, na "ArtiLetra", na "Fragmentos", na "Pré-Textos", na "AndarIlhagem", na vai-se Fazendo, na Atlântida, na "9Bairros", na "Txon-poesia".
Publicou ensaios literários abordando a arte poética e a dialética da escrita:
"Carta ao tio Djom" [i.e., João Vário] à volta de uma consideração crítica do poeta Mário Fonseca em torno de "Acto Primeiro" (Artiletra, Praia, 1997);
"Uma Leitura Possível: Os Trabalhos e os Dias" ("Atlântida", revista do Instituto Açoriano de Cultura – IAC, Angra do Heroísmo, 2008), texto apresentado previamente no Colóquio Internacional – Centenário da Claridade, 2007, Praia, Cabo Verde;
"Extensão Ôntica do Poeta" ("Atlântida", IAC, Angra do Heroísmo, 2016). "Poesia CV – Hoje, sec. XXI?", Antologia de Poesia Cabo-verdiana, seleção, organização e nota breve de António de Névada ("Atlântida", IAC, Angra do Heroísmo, 2018).
A sua poesia está presente em várias antologias, nomeadamente, e nas mais recentes: "Destino de Bai", organizado por Francisco Fontes (2008, Coimbra); "Cabo Verde: Antologia de Poesia Contemporânea", organizada por Ricardo Riso ("Revista África e Africanidades" – ano IV – n.13, 2011, Rio de Janeiro, Brasil); "Cabo Verde 100 Poemas Escolhidos", organizado por Érica Antunes Pereira, Maria de Fátima Fernandes e Simone Caputo Gomes (Pedro Cardoso Livraria, Praia, 2016); "Dez Poetas de Cabo Verde", organização de Rui Guilherme Silva (DiVersos – poesis e tradução, 2017, Porto). "Cânone Silábico – uma canção de amor" é o seu primeiro livro editado nos Açores, com chancela da editora N9na Poesia.

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