Estância do Sino Coberto
Editor:
Companhia das Ilhas, outubro de 2025 ‧
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SINOPSE
O relevo desta narrativa incide na viagem que o monge budista chinês, Xuanzang (aqui a opção é a de manter o nome em mandarim) realizou à Índia, entre 627 e 644 da nossa era, com o intuito de recolher textos originais que completassem o conhecimento da filosofia budista que, durante essa época, na China, era incompleto e suscitava interpretações incorrectas.
Simultaneamente, a narrativa mantém um enfoque na universidade de Nalanda (mahavihara, faculdade monástica budista), tanto através do passado como os seus ecos no presente, suscitados nesta história por uma mulher europeia, Nora, que se encontra na Índia, procurando afastar-se das suas feridas amorosas e profissionais. Nora, de 46 anos, enceta uma deriva pelo norte da Índia cujo desfecho a leva a encontrar-se num sonho dentro de um sonho.
Desenrolam-se, portanto, estas duas histórias em contraponto, a partir de um mesmo lugar mas em tempos diferentes. Xuanzang viaja para se tornar possível, através de si, o conhecimento para os outros. Nora vai para a Índia para ter tempo para si própria, ao tentar pensar e resolver o que sente, numa intimidade recolhida e afastada. Ela viaja de avião e comboio, ele a pé ou incluído em caravanas. Ela paga o hotel, ele encontra hospedagem por pessoas que o aceitam acolher. Ela acede ao conforto físico, ele sujeita-se ao desconforto.
Nora pretende libertar-se de uma relação amorosa, Xuanzang, vivendo o desapego monástico, procura estrutura para perpetuar a sua via. Neste cruzamento, ambos têm em comum a observação sobre o presente, ambos têm a mesma respiração, capaz de assistir à vida e dela participarem no quotidiano.
Simultaneamente, a narrativa mantém um enfoque na universidade de Nalanda (mahavihara, faculdade monástica budista), tanto através do passado como os seus ecos no presente, suscitados nesta história por uma mulher europeia, Nora, que se encontra na Índia, procurando afastar-se das suas feridas amorosas e profissionais. Nora, de 46 anos, enceta uma deriva pelo norte da Índia cujo desfecho a leva a encontrar-se num sonho dentro de um sonho.
Desenrolam-se, portanto, estas duas histórias em contraponto, a partir de um mesmo lugar mas em tempos diferentes. Xuanzang viaja para se tornar possível, através de si, o conhecimento para os outros. Nora vai para a Índia para ter tempo para si própria, ao tentar pensar e resolver o que sente, numa intimidade recolhida e afastada. Ela viaja de avião e comboio, ele a pé ou incluído em caravanas. Ela paga o hotel, ele encontra hospedagem por pessoas que o aceitam acolher. Ela acede ao conforto físico, ele sujeita-se ao desconforto.
Nora pretende libertar-se de uma relação amorosa, Xuanzang, vivendo o desapego monástico, procura estrutura para perpetuar a sua via. Neste cruzamento, ambos têm em comum a observação sobre o presente, ambos têm a mesma respiração, capaz de assistir à vida e dela participarem no quotidiano.
DETALHES
| Propriedade | Descrição |
|---|---|
| ISBN: | 9789899154858 |
| Editor: | Companhia das Ilhas |
| Data de Lançamento: | outubro de 2025 |
| Idioma: | Português |
| Dimensões: | 204 x 140 x 5 mm |
| Encadernação: | Capa mole |
| Páginas: | 150 |
| Tipo de produto: | Livro |
| Classificação Temática: |
Livros em Português
>
Literatura
>
Romance
|
| EAN: | 9789899154858 |
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