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Estação S. Bento
Marques da Silva
Editor:
Edições Afrontamento, maio de 2019 ‧
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SINOPSE
Em finais do século XIX, a cidade do Porto, tal como a de Lisboa, aspirava a ser francesa. A Estação de S. Bento, desenhada pelo Arquiteto José Marques da Silva no melhor estilo beaux-arts, viria a dar à cidade uma estação com a monumentalidade e a dignidade que os comerciantes e os grandes proprietários do Porto reclamavam havia décadas.
A inauguração do hall da Estação só aconteceria, contudo, em 1916, ao cabo de um processo conturbado por problemas circunstanciais aos quais Marques da Silva saberia responder com inteligência e tenacidade - uma narrativa intricada que o historiador António Cardoso ofereceu ao público na primeira edição de Estação S. Bento, publicada pelo Instituto Arquitecto José Marques da Silva em 2007 e, entretanto, esgotada.
À edição monográfica de António Cardoso acrescentámos, na presente publicação, um texto de Domingos Tavares que nos propõe o olhar de um arquiteto sobre um projeto que, ao longo de duas décadas, foi sofrendo transformações - desde a proposta para uma Gare Central que Marques da Silva apresentou em Paris para a obtenção do diploma de Arquiteto pelo Governo Francês até à sua adaptação à nova centralidade do Porto determinada pela decisão de instalar uma gare na área de influência da Praça de D. Pedro, no local do Mosteiro de São Bento de Avé-Maria. Mas também o texto assinado por Cláudia Emanuel amplia a informação oferecida pela anterior edição ao aprofundar o olhar sobre os 20 mil azulejos desenhados por Jorge Colaço, que fazem com que esta construção de forte inspiração francesa ofereça uma curiosa síntese da história do nosso país, e em especial do Norte de Portugal.
A inauguração do hall da Estação só aconteceria, contudo, em 1916, ao cabo de um processo conturbado por problemas circunstanciais aos quais Marques da Silva saberia responder com inteligência e tenacidade - uma narrativa intricada que o historiador António Cardoso ofereceu ao público na primeira edição de Estação S. Bento, publicada pelo Instituto Arquitecto José Marques da Silva em 2007 e, entretanto, esgotada.
À edição monográfica de António Cardoso acrescentámos, na presente publicação, um texto de Domingos Tavares que nos propõe o olhar de um arquiteto sobre um projeto que, ao longo de duas décadas, foi sofrendo transformações - desde a proposta para uma Gare Central que Marques da Silva apresentou em Paris para a obtenção do diploma de Arquiteto pelo Governo Francês até à sua adaptação à nova centralidade do Porto determinada pela decisão de instalar uma gare na área de influência da Praça de D. Pedro, no local do Mosteiro de São Bento de Avé-Maria. Mas também o texto assinado por Cláudia Emanuel amplia a informação oferecida pela anterior edição ao aprofundar o olhar sobre os 20 mil azulejos desenhados por Jorge Colaço, que fazem com que esta construção de forte inspiração francesa ofereça uma curiosa síntese da história do nosso país, e em especial do Norte de Portugal.
DETALHES
| Propriedade | Descrição |
|---|---|
| ISBN: | 9789723617405 |
| Editor: | Edições Afrontamento |
| Data de Lançamento: | maio de 2019 |
| Idioma: | Português |
| Dimensões: | 272 x 238 x 12 mm |
| Encadernação: | Capa dura |
| Páginas: | 168 |
| Tipo de produto: | Livro |
| Classificação Temática: |
Livros em Português
>
Arte
>
Arquitetura
|
| EAN: | 9789723617405 |
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