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Esquece

Escrever o colonialismo em Angola

de Margarida Paredes
Editor: Edições Colibri, abril de 2021 ‧
10,01€
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Esquece é uma obra de ficção sobre a colonização portuguesa em Angola, através da biografia de uma negrinha de criação que cresceu numa família de brancos de Luanda. As negrinhas de criação eram crianças negras que brincavam e cuidavam de meninas brancas da mesma idade. A narradora e a protagonista é uma mulher negra que revisita a sua história de vida no fim do império.

Portugal tem resistido em mudar a memória celebratória que tem do Império, este livro pretende reconfigurar essa memória refletindo e questionando como será a memória africana do império?

Esta obra remete para a complexidade dos processos memoriais sobre a colónia e o Império e subverte qualquer forma de pensamento que o leitor tenha sobre a colonização.

Esquece

Escrever o colonialismo em Angola

de Margarida Paredes

Propriedade Descrição
ISBN: 9789895660414
Editor: Edições Colibri
Data de Lançamento: abril de 2021
Idioma: Português
Dimensões: 141 x 203 x 8 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 118
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Romance
EAN: 9789895660414

SOBRE O AUTOR

Margarida Paredes

Margarida Paredes é natural de Peneda da Saudade em Coimbra. Viveu em Angola e Moçambique coloniais, acompanhando os pais. Aderiu ao MPLA em 1973, aos 19 anos, quando estudava na Universidade de Lovaina. Passou por Brazzaville e foi uma das primeiras militantes do par tido a chegar a Luanda após o 25 de Abril de 1974. Foi guerrilheira das FAPLA, Forças Armadas Populares de Libertação em Angola. Regressou a Portugal em 1981. Licenciada em Estudos Africanos pela Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa e Doutorada em Antropologia pelo ISCTE, Instituto Universitário de Lisboa, foi investigadora e professora convidada da Universidade Federal da Bahia, UFBA em Salvador, Brasil. De regresso a Portugal é Investigadora Independente em Projetos Científicos, nomeadamente sobre Discursos Memorialistas Africanos e a Construção da História, no Centro de Estudos Comparatistas da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa.

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