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Espíritus Y Criaturas De Japón

de Lafcadio Hearn
idioma: espanhol
Editor: Editorial Luis Vives (Edelvives), Janeiro de 2021 ‧
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Lafcadio Hearn, nacido en la isla griega de Léucade en 1850 y fallecido en Tokio en 1904, fue el primer gran japonólogo de la literatura occidental, por sus relatos de fantasmas y sus libros de divulgación.Gracias a su mujer nipona conoció los cuentos tradicionales sobre espectros y apariciones, que se encargó de convertir en nuevos relatos tras someterlos a un cuidado proceso de reescritura y reelaboración.En este nuevo volumen, tras el gran éxito de Historias de fantasmas de Japón, Benjamin Lacombe vuelve a encontrarse con la voz de Hearn para ilustrar otros nueve relatos tradicionales nipones que nos descubren criaturas tan intimidantes y fascinantes como el samébito, los kitsune o los oshidori.

Espíritus Y Criaturas De Japón

de Lafcadio Hearn

Propriedade Descrição
ISBN: 9788414031803
Editor: Editorial Luis Vives (Edelvives)
Data de Lançamento: Janeiro de 2021
Idioma: Espanhol
Dimensões: 201 x 283 x 19 mm
Encadernação: Capa dura
Páginas: 162
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Espanhol > Banda Desenhada > Novela Gráfica
EAN: 9788414031803

SOBRE O AUTOR

Lafcadio Hearn

Lafcadio Hearn (1850-1904) nascido em 1850, Patrick Lafcadio Hearn teve um princípio de vida difícil: após o falecimento dos pais, foi criado por uma tia, em Dublin, e, aos dezasseis anos, perdeu uma vista numa brincadeira com os colegas de escola que correu mal. Rejeitado pela família, trocou a Irlanda por Inglaterra e depois por França, antes de se instalar nos Estados Unidos da América, onde se tornou jornalista no Enquirer. Descobriu a cultura japonesa por intermédio de contactos com o embaixador do Império do Japão. Em 1874 - numa época em que os casamentos mistos eram ilegais -, Hearn contraiu matrimónio com Althea «Matthie» Foley, de origem mestiça. Quando esta união foi descoberta, despediram-no e começou a trabalhar para o jornal concorrente, o Cincinnati Commercial. Interessou-se pela cultura crioula de Nova Orleães, tendo publicado, em 1885, um dicionário de provérbios crioulos e uma coletânea de temática culinária. Em 1889, o jornal Harper’s Monthly enviou-o como correspondente para as Antilhas. Após um primeiro romance, Youma, reuniu um grande número de contos tradicionais da Martinica, que foram objeto de diversas obras. Um ano depois, aceitou um convite do seu amigo embaixador do Japão e instalou-se em Yokohama, onde encontrou emprego como jornalista na imprensa anglófona. Hearn casou com a filha de um samurai, Koizumi Stesuko , obtendo a cidadania japonesa com o nome Koizumi Yakumo em 1896. Passou, então, a interessar-se pelas histórias tradicionais japonesas de fantasmas (yokai) e começou a escrever as suas obras sobre o Japão. Viajante inveterado, viveu sucessivamente em Kobe, em Matsue e, ainda, em Tóquio, onde foi nomeado professor na Universidade de Waseda. Grande admirador de Pierre Loti, Hearn foi igualmente tradutor para inglês de Flaubert, Anatole France, Théophile Gautier, Hugo, Maupassant, Mérimée, Nerval e Zola. Morreu em 1904, vítima de doença cardíaca, em Tóquio. Foram-lhe prestadas inúmeras homenagens tanto na literatura e na banda desenhada, como no cinema e na televisão.

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