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Esmola e Degredo

Mendigos e Vadios em Lisboa (1835-1910)

de Eunice Relvas
Editor: Livros Horizonte, dezembro de 2002 ‧
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Quem eram, como viviam, como eram observados os mendigos e os vadios de Lisboa, de meados do século XIX até à República. Que atitudes e directivas assistenciais ou repressivas o Estado liberal adoptou face a esta realidade social. Devido à dimensão do pauperismo Oitocentista, onde mendigos e vadios se confundiam com as classes laboriosas (pobres), a sociedade reclamou novas medidas para a resolução dos problemas de miséria e exclusão social. Da caridade individual à beneficência pública, do licenciamento da mendicidade à sua opressão. A pena máxima infligida aos vadios foi o degredo, expulsão física do território continental dos cidadãos indesejáveis. A repressão da ociosidade dos mendigos/vadios, legitimada pela valorização do trabalho, atingiu os desempregados, categoria social criada no final do século XIX. As leis sociais permitiram uma mudança efectiva da situação que culminou na criação de um sistema de segurança social. Pretende-se que o leitor equacione as analogias entre o Passado e o Presente. No século XXI os debates sobre o «Estado Providência» e as novas formas de exclusão social, nomeadamente dos trabalhadores estrangeiros, migrantes, torna premente a História destes sujeitos sociais.

Esmola e Degredo

Mendigos e Vadios em Lisboa (1835-1910)

de Eunice Relvas

Propriedade Descrição
ISBN: 9789722412063
Editor: Livros Horizonte
Data de Lançamento: dezembro de 2002
Idioma: Português
Dimensões: 171 x 247 x 8 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 152
Tipo de produto: Livro
Coleção: Cidade de Lisboa
Classificação Temática: Livros em Português > História > História de Portugal
EAN: 9789722412063

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