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Ese Maldito Yo

de E. M. Cioran
idioma: espanhol
Editor: Tusquets Editores S.A., Janeiro de 2024 ‧
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En los fulgurantes aforismos del genial pensador rumano atisbamos las cenizas de los últimos rastros del Paraíso terrestre.Los lectores de Cioran saben que en sus libros hallarán siempre más preguntas que respuestas, más vacilaciones que certezas. Ese maldito yo no decepciona, pues su autor confiesa que se trata, en esencia, de una sucesión de perplejidades y obsesiones en torno a la maldición que rodea a todo lo que respira, y especialmente al yo: «Si el hombre olvida con tanta facilidad que es un ser maldito, es porque lo es desde siempre». En el ocaso de un mundo que no deja de dar señales de agotamiento, la lectura de Cioran, ese gran maestro del escepticismo, se convierte en un poderoso tónico contra el dogmatismo y la falta de humor que destilan las religiones y las ideologías.«Cioran es demasiado para el cuerpo.» Fernando Savater«Cioran hace pensar y, sobre todo, hace mucha compañía.» Javier Cercas«Uno de los más grandes escritores en lengua francesa; uno de los filósofos imprescindibles del siglo xx.» Patxi Lanceros

Ese Maldito Yo

de E. M. Cioran

Propriedade Descrição
ISBN: 9788411073875
Editor: Tusquets Editores S.A.
Data de Lançamento: Janeiro de 2024
Idioma: Espanhol
Dimensões: 148 x 228 x 10 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 176
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Espanhol > Ciências Sociais e Humanas > Filosofia
EAN: 9788411073875

SOBRE O AUTOR

E. M. Cioran

Emil Cioran (1911-1995) foi um filósofo romeno. Atormentado por insónias lacerantes e sem conseguir terminar a sua tese de doutoramento, escreveu o seu primeiro livro, Nos Cumes do Desespero (1934). Em 1937, obtém uma bolsa de doutoramento do Instituto Francês de Bucareste e muda-se para Paris. Nunca chega a frequentar o curso. Em 1949, publica o seu primeiro livro em francês. A adoção da língua de Molière é considerada pelo autor um segundo nascimento e valeu-lhe uma fama e um público crescentes. Rejeitando honras e prémios, manteve-se fiel até à sua morte, em 1995, ao seu pessimismo congénito, marcado por uma fina ironia.

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