Escola para Boas Mães
SINOPSE
O Estado tem vigiado mães como Frida: mulheres que deixam os filhos sem supervisão, que se distraem com outros afazeres enquanto as crianças brincam, que cometem erros. Frida perde a guarda de Harriet e é inserida num programa de reabilitação que visa formar mulheres para se tornarem boas mães.
Perante o risco de perder Harriet para sempre, Frida tem de provar que consegue corresponder aos padrões de exigência da Escola para boas mães - que consegue aprender a ser boa, mesmo quando o julgamento parece injusto e o sucesso parece impossível.
Nomeado para vários prémios está a ser adaptado a série televisiva.
CRÍTICAS
«Um livro assustador sobre vigilância em massa, solidão e os critérios impossíveis da maternidade - Escola para Boas Mães é uma estreia oportuna e notável.»
Carmen Maria Machado, autora de O Corpo Dela e Outras Partes
CRÍTICAS DE IMPRENSA
«Numa altura em que o controlo exercido pelo Estado sobre o corpo (e a autonomia) das mulheres parece mais arrepiante do que nunca, este livro parece horrivelmente inacreditável e assustadoramente presciente ao mesmo tempo.»
Vogue
«O livro de estreia de Jessamine Chan, que é revoltantemente atual, pega na ideia dos críticos de bancada da maternidade e eleva-a ao nível da vigilância estatal, o que pode ler-se mais como antevisão do que distopia, dependendo da sua esperança no caso Roe vs. Wade… arrepiante… inteligente.»
The New York Times Review
«Esta estreia fascinante não podia ser mais atual, não deixando nada por dizer na sua alusão a agressões reais que afetam as mulheres atualmente. Em parte distopia, em parte presciente, é impossível de largar e impossível de esquecer.»
Library Journal
«Um livro de estreia intenso e impossível de largar que irá, sem sombra de dúvida, estimular a discussão sobre o que significa ser boa ou má mãe.»
Oprah.com
«Jessamine Chan reúne o julgamento e a pressão que a sociedade exerce sobre as mulheres que se atrevem a ser multifacetadas e transforma-os numa história estimulante e percetível.»
Entertainment Weekly
«Uma distopia apaixonante que aborda temas complexos sobre a parentalidade com profundidade e sentimento.»
Kirkus Reviews
DETALHES
| Propriedade | Descrição |
|---|---|
| ISBN: | 9789897848049 |
| Editor: | Suma de Letras |
| Data de Lançamento: | fevereiro de 2023 |
| Idioma: | Português |
| Dimensões: | 152 x 234 x 26 mm |
| Encadernação: | Capa mole |
| Páginas: | 368 |
| Tipo de produto: | Livro |
| Classificação Temática: |
Livros em Português
>
Literatura
>
Romance
|
| EAN: | 9789897848049 |
OPINIÃO DOS LEITORES
Afinal O Que É Ser Uma Boa Mãe?
Daniela M.
Actualmente, numa sociedade em que as decisões e a liberdade das Mulheres são cada vez mais limitadas e questionadas, este livro surge como um alerta para um futuro que pode não estar muito distante. Frida é mãe solteira e está cansada. Muito cansada. Ama a filha, mas anseia por uns minutos de paz, onde possa voltar a sentir-se ela mesma. Até que de repente tudo muda. Este livro aborda as exigências e expectativas impossíveis da Maternidade, e questiona o verdadeiro significado de ser-se uma boa mãe. Não sou mãe, mas senti na pele cada provação por que estas mulheres passaram.
Muito bom
leonor
Livro bem escrito com história que surpreende até ao final. Quantos de nós já não tivemos e não iremos ter "um dia mau" (ou melhor vários dias muito maus), seja ele em que contexto for (não necessariamente relacionado com uma relação parental)? Que limites existem para definir e normalizar a relação de uma mãe com os filhos? É possível avaliar, qualificando e quantificando, tudo inclusivamente algo tão natural e espontâneo como o amor? Livro que nos leva a refletir sobre estes temas (entre outros). Recomendo
Muito barulho por pouco
Rita Oliveira
Era grande a expectativa, por isso foi grande a frustração. Imaginava uma história completamente distópica, ao estilo de «Diário de uma serva». Encontrei uma história que, sendo na mesma bizarra, foi enfadonha do princípio ao fim. Frida deixa sozinha em casa a filha de 2 anos durante 2 horas, sendo acusada de negligência e enviada para uma escola para mães para «aprender» os vários módulos de como ser uma boa mãe. Só que tudo se arrasta a uma velocidade muito lenta, cheia de repetições, de relações que não trazem nada de significativo. Menos de metade das páginas e uma escrita mais direta teriam resolvido o assunto em pouco tempo e com menos esforço para o leitor. Só não desisti porque não gosto de deixar livros a meio e porque queria saber o final (que na verdade não me surpreendeu). As duas estrelas são só porque a ideia base era boa.
Intenso, fascinante e perturbador!
Vanessa Montinho
Este livro provocou-me sentimentos muito opostos! Uma distopia, que poderia ser bem real.
Gostei
Rita G.
Gostei da escrita e da narrativa construída. achei a escrita cativante e de fácil leitura
Uma história difícil de digerir
Sandra Chaves
Nesse livro nos somos apresentados a uma distopia bastante realista sobre como a sociedade sobrecarrega as mulheres, em especial as mães, com julgamentos, preconceitos e cobranças. Um verdadeiro clássico moderno sobre feminismo, maternidade e o papel de mulher em um mundo cada vez mais controlador e opressivo. Acompanhar a jornada da Frida e das outras mães nessa escola é pesado, doloroso e inacreditável. Senti falta daquela faísca que há nos livros de distopia, mas então me dei conta: como ousar se rebelar quando é a guarda dos filhos que está em jogo? Por conta disso, a leitura não é eletrizante, mas é intensa e difícil de digerir. Sobre o final: ele fica em aberto, então fiquei um tempão pensando o que pode ter acontecido.
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