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Escac I Mat!

de Ambrose Bierce
idioma: espanhol
Editor: LAERTES, junho de 1987 ‧
4,22€
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Juntament amb Edgar Poe, Mark Twain, Herman Melville, Stephen Crane i Nathaniel Hawthorne, Ambrose Bierce forma la cèlebre davantera -per emprar un terme esportiu- en què es recolza tot l'equip literari del segle XX nord-americà. En aquest volum presentem, per primera vegada en català, una petita mostra dels innombrables contes d'horror que Bierce escriví. Són relats que van des de la concreció, amb el tema del robot, com en el cas del conte, quasi de ciència ficció, fins a la inconcreció, amb el tema del monstre invisible, com "La cosa maleïda", passant pel model gòtic, com en "El camí a la lluna". I un conte magistral: "Un succés en el pont sobre el riu Owl", que féu declarar a Crane: "Aquest conte ho conté tot. NO en conec cap altre de millor".

Escac I Mat!

de Ambrose Bierce

Propriedade Descrição
ISBN: 9788476120484
Editor: LAERTES
Data de Lançamento: junho de 1987
Idioma: Espanhol
Dimensões: 150 x 230 x 23 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 86
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Espanhol > Outros
EAN: 9788476120484

SOBRE O AUTOR

Ambrose Bierce

Ambrose Bierce nasceu em Ohio, a 24 Junho de 1842. Depois da Guerra Civil Americana, em que participou do lado dos Unionistas, Bierce partiu para a Califórnia, onde se tornou jornalista. Em Inglaterra a partir de 1872, trabalhou para revistas humorísticas como a Figaro e a Fun. Regressou aos Estados Unidos em 1875, iniciando um longo período de colaboração com vários jornais.
Tornar-se-ia um dos jornalistas e escritores mais conhecidos do seu tempo, não deixando ninguém indiferente ao seu sentido acutilantemente crítico e satírico da humanidade. Com humor insolente, atacou todos os quadrantes da sociedade: as religiões, a política, a economia, o sentimentalismo... Em 1913, aos setenta e um anos, Bierce partiu ao encontro da Revolução Mexicana, sem deixar rasto. A sua morte permanece um mistério, mas acredita-se que possa ter acontecido durante a Batalha de Ojinaga, em Janeiro de 1914.

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