Entre os Dois Palácios

de Naguib Mahfouz

editor: Livraria Civilização Editora, outubro de 2007
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Entre os Dois Palácios, primeiro volume da famosa Trilogia do Cairo, é um retrato abrangente e evocativo de uma família e de um país em luta pela independência numa sociedade que há séculos resiste à mudança.

Tendo como cenário a ocupação britânica do Egipto imediatamente após a I Guerra Mundial, este romance narra a história da família Gawwad. Ahmad, um comerciante da classe média, governa a sua casa rigorosamente segundo os princípios do Alcorão, enquanto à noite explora os prazeres do Cairo.

Tirano em casa, Ahmad obriga a mulher e as suas duas filhas, delicadas e oprimidas, a viverem prisioneiras por trás das machrabiyyas do seu próprio lar, enquanto os seus três filhos varões vivem com medo da sua vontade severa.

"Escrita digna de um Tolstoi, um Flaubert ou um Proust."
The Independent

"Luminoso… Toda a magia, mistério e sofrimento do Egipto dos anos 20 do século passado são traduzidos numa escala humana." -
The New York Times Book Review

"Mahfouz é mestre na construção de cenas dramáticas e no retr ato pormenorizado de personagens complexas." Publishers Weekly

Entre os Dois Palácios

de Naguib Mahfouz

Propriedade Descrição
ISBN: 9789722625241
Editor: Livraria Civilização Editora
Data de Lançamento: outubro de 2007
Idioma: Português
Dimensões: 156 x 232 x 27 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 508
Tipo de produto: Livro
Classificação temática: Livros em Português > Literatura > Romance
EAN: 9789722625241
Naguib Mahfouz

PRÉMIO NOBEL DA LITERATURA 1988

Romancista egípcio, Naguib Mahfouz nasceu a 11 de dezembro de 1911 em Gamaliya, nas cercanias do Cairo. Filho de um funcionário público, teve acesso a uma educação esmerada.
Após ter concluído os seus estudos secundários, ingressou na Universidade do Cairo, de onde obteve o seu diploma em 1934. Enquanto prosseguia um curso de pós-graduação, Mahfouz tomou a decisão de se tornar escritor a tempo inteiro.
Começou por colaborar para a imprensa com artigos e contos, reunindo estes últimos num volume aparecido em 1938. No ano seguinte conseguiu alcançar uma certa estabilidade ao seguir as pisadas do pai, tornando-se funcionário público no Ministério dos Assuntos Islâmicos.
Também nesse ano de 1939 publicou o seu primeiro romance, Abath al-Aqdar, obra em que, com volumes como Radubis (1943) e Kifah Tibah (1944), o autor procura fazer abranger a totalidade da história do Egipto. Em meados da década de 50, surgiu com Al-Thulatiya (1956-57, A Trilogia do Cairo), obra em que descreve as andanças da família de Al-Sayyid Amad Abd Al-Jawad durante três gerações, desde a Primeira Grande Guerra até ao tempo presente.
A Revolução do Egipto, ocorrida em 1952, depôs o monarca Farouk I e instaurou um regime liderado por Gamal Abdel Nasser. Desagradado com a situação, o escritor votou-se ao silêncio durante alguns anos. Reapareceu em 1959 com trabalhos de índole prolífica e variada.
Alterando o seu discurso e recorrendo à alegoria e ao simbolismo para veicular as suas opiniões políticas, publicou Al-Liss Wa-Al-Kilab (1961, O Ladrão e os Cães), romance que conta a história de um gatuno de convicções marxistas e que, após ter sido aprisionado e eventualmente libertado, procura a vingança e encontra a morte.
Após ter exercido as funções de diretor do Gabinete de Censura egípcio, Mahfouz retomou o mesmo cargo junto da Fundação para o Desenvolvimento do Cinema, entre os anos de 1954 e 1969. A partir de então tornou-se consultor cinematográfico para o Ministério da Cultura do seu país, acabando por se reformar em 1972.
Entretanto, em 1965 surgiu Al-Shahhadh (O Pedinte) e, dois anos depois, Miramar (1967), romance que descreve a vida de uma rapariga através de quatro narradores, cada um deles representando uma corrente de pensamento político diferente.
Galardoado com o Prémio Nobel da Literatura em 1988, Naguib Mahfouz caiu no desagrado dos fundamentalistas islâmicos que, em 1994, enviaram dois assassinos ao seu encontro. Apunhalaram o escritor no pescoço com uma faca de cozinha, mas falharam o atentado e, capturados, foram ambos condenados à morte no ano seguinte.
Faleceu no Cairo a 30 de agosto de 2006, com 94 anos.

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