Entre as Brumas da Memória
Editor:
Edições Esgotadas, novembro de 2019 ‧
ver detalhes do produto
17,50€
10% DESCONTO
CARTÃO
YUdKblFVSjVRUzlNYkRGUmJXOTJiM1pJVTBoSUwzTkVOVzlOTUZWUGN6bDJkRXhOY0U1a2FrNXZMeXRuYVVSdVFYQTJVbkZSTWpnNE1VWmhhVzl0TldkaU1tRXJha2R2ZVZaS1JHaFVVVTlVWlVsWlNqRm1iVkJsVmtOVVlUQnBiRWxrYUdGUEt6RlBMMlZwVjB3MlRXbERNbU5RYTJsQlNEVkdVamhwSzFCTmVYQmpkMUpvZUM5VmJYSnFNa1Z6UVVWdGFEUmxjVTF1YXpJclJIUjVPSHBaWWtGNk5DdFlXbWd2U3pSc2IyTlZSalJIU1RCeFMzZHJjRlV6YkVZNVJqaHRZek5yWjBwc2RHVnBOa1ZqTjJWR2JtaGtNV1JGVkZZeFpWa3ZhWGQ1TUVNd2IwTkdkVGxHYm5GTVZHd3lRMVJ3VDBaR2NFVkZWSFJJYjFoSGFrZFhXak54TjJaR01VNVlZV1poV1ZCbU1XOUpaVlJqY21sbGFXSnNXR2xGTjNSdWIzaEtUWEJ3ZUVzMFQzZDRiRXg1VTJoeVFuSmhiRVJ6VFc5a0szbHVjR0ZVZGl0eWNrNVBhekpSVGtWbFJuUkdaa3BUS3pJMlZtWkhTbWhZWkhOcVUyUmFTMkkxZVZkbVEwbDRjRFpoU213d2RuZ3pRMHB0U1doc1QySlNOeXRrVjJKMVRtZEpiRWM1V0c0MU1tWXZhM1J2UTBKRU9EWkZkMmh6ZFRSalowOXlVV3hvTmxGR01VeG9RMnBEUlZsTVJHbGpUV1ZaYm5ONk1HZFdTekZwZFcxdU1uQnlkakpNUkVZcldUSktRMk5QZFUxQlVFSkJNVGxPYXpaME4xWlJkMDFtYVM5elJUWkRjMDFQV2pneFVpOHpjMDU2V1dKUmJXUTNOMjFqVnpJMU1IRjZXa2N6ZEZKUE5HVlpURFJGWmpSS05EbEVTM1JzTkhvNVNrYzVjVGcxWTJGbkwyRXJhbFJvZG1kaWRVdDRZbk0yVDBKc2RXdDBMMkkwTmtWTFlVMUJSRTFXYld0UWF6Sm5jMjF4VkVVMlRWRkVNMlJKZFdaWWVuVjVZWFpPT0VOclFsQldOVnBLU1Rka1JGbDFhVVJJY0VOaFFqaHJOa1UyZHpack5pdEZjUzl1U0dFeFZFcG5TVWM1ZHpGb1pGRmxSbEpwVmtSRE1qZERXRGRMVG0xaVNEQnZMMHBGZWs5TFlscEhhMUpFZDBkTVp6bHdURFZ6YlVaeE5YQnBlVkJrVUU1bEx6ZDNUbXBYY0VOa01uSlRUa1pXZGxvclRsUk1TVmxuU3k5NU0xSlhSV3B6VTJGQloycHpVR0pzWmk5UE9ISTBUVGg2UzBOaGJrRjZjMFprZG1wVFIxUlNlV2hTWm1FNFpYZGtVVDA5OkhRdFVyOUhyd0J2bDVPQ1g1ZklTclE9PQ==
portes grátis
SINOPSE
Este livro é uma obra de ficção. Ainda que suportado em certos e relevantes factos verídicos que ocorreram na sociedade portuguesa, mais em concreto no ano de 1961, não tem, nem pretende ter, rigor científico ou préstimo histórico.
Trata-se de um romance anticrítico e que contém, decerto, fascinantes histórias de amor e aterradoras narrativas da guerra colonial. Acaso, outrossim, com esteio em contextos, figuras e papéis que intersectam o singular ou até colectivo memorial.
Em síntese, para o autor, cada figura expressa um estado de alma ou de vida, um carácter humano, um benigno ou trágico símbolo. É o exemplo Alexandre Malafaia, Cristão Novo, que é uma consagração ao herói soldado que combateu na guerra colonial, seja branco ou negro.
Sublevado "turra", autóctone dos confins de África ou oriundo da metrópole. E é o exemplo de como o amor não se impugna, seja com tropecilhos, rígidas fronteiras ou desirmãos credos.
O principal suporte físico do imaginário é o grandioso e hercúleo Forte da Graça e a cidade fortificada de Elvas: património mundial. Simboliza todas as prisões, locais de tortura e anti liberdades, onde a PIDE exercia o seu poder.
O romance é também uma estátua aos colonos, a todos os "Viriatos". E, mais em concreto, aos assassinados nos hediondos massacres, como no Cassanje, norte de Angola. Fecundos fados, além, onde o carácter destemido e aventureiro do povo Luso obrava fidalgamente a terra, administrava indústrias ou negócios para a melhoria das condições de vida e do sustento das famílias.
E é ainda, entre outras razões que o prezado leitor considerará, uma reprovação à guerra, ao domínio do homem pelo homem e às malignas visões imperialistas. É, antes, um hino à autodeterminação dos povos, à solidariedade e ao Amor.
Acredito, estimado leitor, que, depois de o ler, concordará com a principal personagem, um Viriato, de terras de Afonso de Amaral e da cidade de Viseu, Senhora da Beira, Tenente Henrique Vaz de Mello, e dirá: "Amem-se, livres e assaz felizes".
Fausto Reis
Trata-se de um romance anticrítico e que contém, decerto, fascinantes histórias de amor e aterradoras narrativas da guerra colonial. Acaso, outrossim, com esteio em contextos, figuras e papéis que intersectam o singular ou até colectivo memorial.
Em síntese, para o autor, cada figura expressa um estado de alma ou de vida, um carácter humano, um benigno ou trágico símbolo. É o exemplo Alexandre Malafaia, Cristão Novo, que é uma consagração ao herói soldado que combateu na guerra colonial, seja branco ou negro.
Sublevado "turra", autóctone dos confins de África ou oriundo da metrópole. E é o exemplo de como o amor não se impugna, seja com tropecilhos, rígidas fronteiras ou desirmãos credos.
O principal suporte físico do imaginário é o grandioso e hercúleo Forte da Graça e a cidade fortificada de Elvas: património mundial. Simboliza todas as prisões, locais de tortura e anti liberdades, onde a PIDE exercia o seu poder.
O romance é também uma estátua aos colonos, a todos os "Viriatos". E, mais em concreto, aos assassinados nos hediondos massacres, como no Cassanje, norte de Angola. Fecundos fados, além, onde o carácter destemido e aventureiro do povo Luso obrava fidalgamente a terra, administrava indústrias ou negócios para a melhoria das condições de vida e do sustento das famílias.
E é ainda, entre outras razões que o prezado leitor considerará, uma reprovação à guerra, ao domínio do homem pelo homem e às malignas visões imperialistas. É, antes, um hino à autodeterminação dos povos, à solidariedade e ao Amor.
Acredito, estimado leitor, que, depois de o ler, concordará com a principal personagem, um Viriato, de terras de Afonso de Amaral e da cidade de Viseu, Senhora da Beira, Tenente Henrique Vaz de Mello, e dirá: "Amem-se, livres e assaz felizes".
Fausto Reis
DETALHES
| Propriedade | Descrição |
|---|---|
| ISBN: | 9789898911834 |
| Editor: | Edições Esgotadas |
| Data de Lançamento: | novembro de 2019 |
| Idioma: | Português |
| Dimensões: | 150 x 229 x 17 mm |
| Encadernação: | Capa mole |
| Páginas: | 221 |
| Tipo de produto: | Livro |
| Coleção: | Resus |
| Classificação Temática: |
Livros em Português
>
Literatura
>
Romance
|
| EAN: | 9789898911834 |
OPINIÃO DOS LEITORES
Fantástico
Tiago Figueira
Uma viagem à linda cidade de Elvas, passando por Lisboa e a Angola, no tempo do Estado Novo.
QUEM COMPROU TAMBÉM COMPROU
-
10%Vocação para AmarEdições Esgotadas20,00€ 10% CARTÃOportes grátis
-
10%O Pagador de PromessasEdições Esgotadas15,00€ 10% CARTÃO