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Ensayos Morales, Politicos Y Literarios

de David Hume
idioma: espanhol
Editor: Editorial Trotta, S.A., fevereiro de 2011 ‧
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«Hay aquí, así pues, un incentivo suficiente para mantener con el mayo r celo, en todo Estado libre, las formas e instituciones que garantiza n la libertad, respetan el bien común y restringen y castigan la avari cia y la ambición de determinados hombres. Nada honra más a la natural eza humana que considerarla susceptible de tan noble pasión, y nada in dica en un hombre la mezquindad de corazón tanto como verle carente de ella. Quien no ama más que a sí mismo, sin consideración para la amis tad o el mérito, se hace merecedor de la crítica más severa, y quien s ólo es propicio a la amistad, sin estar dotado de espíritu público, o carece de consideración hacia la comunidad, es deficiente en la parte más material de la virtud».

Ensayos Morales, Politicos Y Literarios

de David Hume

Propriedade Descrição
ISBN: 9788498791693
Editor: Editorial Trotta, S.A.
Data de Lançamento: fevereiro de 2011
Idioma: Espanhol
Encadernação: Capa dura
Páginas: 580
Tipo de produto: Livro
Coleção: Reformistas Antiguos
Classificação Temática: Livros em Espanhol > Literatura > Ensaios
EAN: 9788498791693

SOBRE O AUTOR

David Hume

David Hume (Edimburgo, 7 de maio de 1711 - Edimburgo, 25 de agosto de 1776) foi um filósofo e historiador escocês. Foi, juntamente com Adam Smith e Thomas Reid, entre outros, uma das figuras mais importantes do chamado iluminismo escocês. É visto por vezes como o terceiro e o mais radical dos chamados empiristas britânicos, depois de John Locke e George Berkeley (apesar deste último ser Anglo-irlandês). O destaque dado ao trio Hume, Locke, e Berkeley, apesar de tradicional, desvaloriza a influência de vários escritores francófonos como Pierre Bayle e de outras figuras intelectuais de língua inglesa como Isaac Newton, Samuel Clarke, Francis Hutcheson, e Joseph Butler. A influente filosofia de Hume é famosa pelo seu profundo ceticismo, apesar de muitos especialistas preferirem destacar a sua componente naturalista. O estudo da sua obra tem oscilado entre aqueles que colocam ênfase no lado ceticista (tais como Reid, Greene, e os positivistas lógicos) e aqueles que enfatizam o lado naturalista (como Kemp Smith, Stroud, e Galeie Strawson). Não se sabe, se David Hume possuía alguma crença, para alguns ele era ateu, e para outros agnostico, apesar de viver no ambiente escocês caracterizado pela igreja presbiteriana. Politicamente era um liberal do partido Whig, favorável à união entre a Escócia e a Inglaterra de 1707. Sua língua materna era o escocês (scots), falava inglês com um forte sotaque, contudo, escrevia exemplarmente nesta. Foi um dos ilustres membros da Select Society de Edimburgo. Seguindo atentamente os acontecimentos nas colónias americanas, tomou partido pela independência americana. Em 1775 ele disse a Benjamin Franklin: "eu sou um americano nos meus princípios".

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