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Encarar o Futuro de Frente
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LisbonPress, abril de 2022 ‧
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SINOPSE
Este livro reúne os artigos que publiquei de Dezembro de 2017 a Fevereiro de 2022 nos jornais online Observador, Eco e Diário do Distrito. Neles, transmito a minha visão sobre Portugal, tratando de temas tão diversos como saúde, mobilidade social, crescimento económico, pandemia, natalidade ou politicamente correcto. Existe uma ideia que perpassa por todos eles: Portugal não está condenado à pobreza e os portugueses podem e devem exigir mais de quem os governa, mas para isso têm de exigir mais de si próprios.
A herança deixada por António Costa e pelo seu governo será pesada, pois Portugal é hoje um país mais pobre, onde as desigualdades se acentuaram, sobretudo quando comparamos o interior ao litoral, sendo que, ao mesmo tempo, temos hoje instituições mais frágeis e menos independentes.
Portugal está há vinte anos em estagnação económica, isto por si só diz pouco à maioria dos portugueses, mas significa que Portugal não tem dinamismo empresarial, logo, não cria empregos, o que tem como consequência a emigração, agora não só dos menos qualificados, como também daqueles com mais qualificações, como médicos, enfermeiros ou engenheiros aeronáuticos. Um país como Portugal não se pode dar ao luxo de perder os melhores. Se isso acontecer, seremos um país ainda mais pobre, porque o nosso melhor recurso são as pessoas.
O país depara-se com desafios enormes, um dos principais será a baixíssima taxa de natalidade do país, que trará efeitos devastadores em todos os sectores da sociedade, mas sobretudo na segurança social e na saúde. O sentido de urgência é vital para que se tomem as medidas que se impõem nesta matéria.
Este é o momento para os decisores políticos encararem o futuro de frente. Este é o meu contributo para o futuro de Portugal.
A herança deixada por António Costa e pelo seu governo será pesada, pois Portugal é hoje um país mais pobre, onde as desigualdades se acentuaram, sobretudo quando comparamos o interior ao litoral, sendo que, ao mesmo tempo, temos hoje instituições mais frágeis e menos independentes.
Portugal está há vinte anos em estagnação económica, isto por si só diz pouco à maioria dos portugueses, mas significa que Portugal não tem dinamismo empresarial, logo, não cria empregos, o que tem como consequência a emigração, agora não só dos menos qualificados, como também daqueles com mais qualificações, como médicos, enfermeiros ou engenheiros aeronáuticos. Um país como Portugal não se pode dar ao luxo de perder os melhores. Se isso acontecer, seremos um país ainda mais pobre, porque o nosso melhor recurso são as pessoas.
O país depara-se com desafios enormes, um dos principais será a baixíssima taxa de natalidade do país, que trará efeitos devastadores em todos os sectores da sociedade, mas sobretudo na segurança social e na saúde. O sentido de urgência é vital para que se tomem as medidas que se impõem nesta matéria.
Este é o momento para os decisores políticos encararem o futuro de frente. Este é o meu contributo para o futuro de Portugal.
DETALHES
| Propriedade | Descrição |
|---|---|
| ISBN: | 9789893734995 |
| Editor: | LisbonPress |
| Data de Lançamento: | abril de 2022 |
| Idioma: | Português |
| Dimensões: | 139 x 221 x 22 mm |
| Encadernação: | Capa mole |
| Páginas: | 288 |
| Tipo de produto: | Livro |
| Classificação Temática: |
Livros em Português
>
Literatura
>
Ensaios
|
| EAN: | 9789893734995 |
OPINIÃO DOS LEITORES
Uma colectânea de artigos muito interessante
Joana
Artigos sobre a actualidade política portuguesa. Uma visão liberal para um futuro melhor.
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