Em Defesa da Revolução Africana

de Frantz Fanon

editor: Livraria Sá da Costa Editora
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Na sua maior parte estes textos não são inéditos. Foram publicadas em diversas revistas e periódicos de que, na devida altura, damos a referência e a data. Mas, dispersos, eram difíceis de encontrar. Sobretudo os El Moudjahid são hoje inacessíveis, e, mesmo no seu tempo, só foram conhecidos por uma parte restrita do público.

Em Defesa da Revolução Africana

de Frantz Fanon

ISBN: 237EDD1980
Editor: Livraria Sá da Costa Editora
Idioma: Português
Dimensões: 208 x 138 x 22 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 248
Tipo de produto: Livro
Coleção: Terceiro Mundo
Classificação temática: Livros em Português > História > História da África
EAN: 1000000000128
Frantz Fanon

Frantz Fanon (1925-1961), psiquiatra e filósofo, é um nome incontornável dos estudos pós-coloniais e da luta anti racista.
Nasceu numa família numerosa da pequena burguesia das Antilhas francesas, na ilha de Martinica. Descendente de africanos escravizados transportados à força para essa zona – que, em tempos, assegurara a riqueza e o equilíbrio da balança de pagamentos de França – foi o quinto filho de um funcionário das alfândegas e teve, ainda assim, uma infância despreocupada, com acesso a uma educação esmerada. Na juventude, porém, viveu experiências traumáticas quando, em 1943, deixou Martinica e se juntar às tropas da França Livre na Segunda Guerra Mundial. Nessa época, Fanon descobriu que a igualdade proclamada pela República Francesa é uma ilusão, e rapidamente se apercebe de que não é visto como um igual, facto que contribuiu para ir estudar medicina na metrópole, destino dos mais ambiciosos ou dotados, como já acontecera com o seu mentor e amigo Aimé Césaire – professor de Fanon nos tempos de liceu –, beneficiando do facto de ser um antigo combatente.
A par do seu trabalho como médico e psiquiatra, Fanon apoiou a Guerra de Independência da Argélia em relação à França e foi membro da Frente de Libertação Nacional da Argélia. Deixou uma obra que influenciou grandemente os estudos pós-coloniais e a luta anti racista, abordando as consequências humanas, sociais e culturais da descolonização. Grande intelectual do seu tempo e humanista marxista, elaborou com Jean-Paul Sartre críticas radicais sobre as estratégias de violência e desumanização que atingiram os colonizados.
Morreu prematuramente, em 1961, aos 36 anos, vítima de leucemia.

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