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Em Contramão

de Álvaro Alves de Faria; Ilustração: Rui Cavaleiro
Editor: Palimage, setembro de 2020 ‧
14,00€
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Um jornalista, poeta e escritor brasileiro, Álvaro Alves de Faria. Um artista plástico português, Rui Cavaleiro. Conheceram-se na rede social. Rui posta desenhos e Álvaro poemas. Um no Brasil e o outro em Portugal. Começaram a corresponder-se por e-mail. Álvaro pedia os desenhos em que sentia um poema. Rui enviava. E esse trabalho estendeu-se por mais de dois anos. Álvaro e Rui chegaram aos 55 poemas e 55 desenhos, que fazem este livro.

Trata-se de um encontro de arte retratando um mundo quase só feito de injustiças e perversidades. Os dois artistas juntaram suas linguagens, a da palavra e a do traço. O resultado é um manifesto contra um tempo que não respeita ninguém, este em que tentamos viver.

Em Contramão

de Álvaro Alves de Faria; Ilustração: Rui Cavaleiro

Propriedade Descrição
ISBN: 9789897032554
Editor: Palimage
Data de Lançamento: setembro de 2020
Idioma: Português
Dimensões: 146 x 208 x 7 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 136
Tipo de produto: Livro
Coleção: Palavra Poema
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Poesia
EAN: 9789897032554

SOBRE O AUTOR

Álvaro Alves de Faria

Prémio de Poesia Guilherme de Almeida de 2019, pelo conjunto da obra, São Paulo.
Da Geração 60 de Poetas de São Paulo, Álvaro Alves de Faria é um dos nomes mais significativos. Autor de mais de 50 livros, incluindo poesia, novelas, romances, ensaio literário, livros de entrevistas com escritores e peças de teatro. Mas é fundamentalmente poeta. Como jornalista cultural, pelo seu trabalho em favor do Livro, recebeu por duas vezes o Prémio Jabuti, da Câmara Brasileira do Livro, em 1976 e 1983, e por três vezes o Prémio Especial da Associação Paulista de Críticos de Arte, em 1981, 1988 e 1989. Recebeu ao longo dos anos os mais importantes prémios literários do país. A sua peça de teatro "Salve-se quem puder que o jardim está pegando fogo" recebeu o Prémio Anchieta para Teatro, um dos mais importante dos anos 70 no Brasil. A peça, no entanto, foi proibida a encenação 15 dias antes da estreia e permaneceu censurada até a abertura política no país, quase no fim da ditadura. Foi o iniciador, nos anos 60, dos recitais públicos de poesia em São Paulo, quando lançou o seu livro O Sermão do Viaduto, em pleno Viaduto do Chá, então o cartão-postal da cidade. Com microfone e quatro altifalantes realizou nove recitais no local e foi preso cinco vezes como subversivo pelo DOPS – Departamento de Ordem Pública e Social. Voltou a ser detido em 1969, por desenhar os cartazes do então clandestino Partido Socialista Brasileiro. Há mais de 15 anos que se dedica à poesia de Portugal, país onde tem 12 livros publicados – 11 de poesia e uma novela. Essa trajetória na terra dos seus pais começou quando representou o Brasil no III Encontro Internacional de Poetas na Universidade de Coimbra, em 1998, a convite de Graça Capinha, tendo sido, então, o nome mais discutido no evento. Foi o poeta homenageado, em 2007, no X Encontro de Poetas Ibero-americanos, de Salamanca, em Espanha, nesse ano dedicado ao Brasil, convidado pelo poeta peruano-espanhol Alfredo Perez Alencart, da Universidade de Salamanca. Teve publicada, no evento, uma antologia de poemas – Habitación de Olvidos (Fundación Salamanca Ciudad de Cultura), com seleção e tradução de Alfredo Perez Alencart. Participa em mais de 70 antologias de poesia e contos no Brasil e em vários países. É traduzido para o espanhol, francês, húngaro, italiano, inglês, japonês e servo-croata.

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