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Elisabeth Phelps

Com a Madeira no coração

de Cláudia Faria
Editor: Letras Lavadas, março de 2025 ‧
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Elisabeth Dickinson (1796-1876), filha do Capitão Thomas Dickinson (1754-1869) e de Francis de Brissac (1760-1854), chega à Madeira em 1819 acompanhada pelo seu marido, Joseph Phelps, um dos herdeiros da Phelps Page & Co. Instalada no Funchal, na Rua do Carmo, a jovem integra-se no círculo britânico residente na capital madeirense. Enquanto se dedica à família e até aos negócios, ocupa-se do bem-estar e da melhoria das condições de vida da população local, tendo mesmo estabelecido uma escola para raparigas.

Detentora de um espírito aventureiro e de um carácter pragmático e dinâmico, Mrs. Phelps foi pioneira na organização de excursões aos pontos mais altos da ilha, de picnics e plantação de árvores. Viveu na Madeira durante mais de 40 anos, aprendendo a conhecer e a desfrutar da ilha que a recebeu de braços abertos. Adoptou alguns hábitos madeirenses e introduziu outros que trouxe de Londres. Viveu entre cá e lá, mas sempre com a Madeira no coração.

Elisabeth Phelps

Com a Madeira no coração

de Cláudia Faria

Propriedade Descrição
ISBN: 9789897355943
Editor: Letras Lavadas
Data de Lançamento: março de 2025
Idioma: Português
Dimensões: 152 x 236 x 15 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 160
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Biografias
EAN: 9789897355943

SOBRE O AUTOR

Cláudia Faria

É natural de Santa Luzia, Funchal. Bacharel em Técnicas de Turismo (ISAL) e licenciada em Línguas e Literaturas Modernas pela Universidade da Madeira (UMA). Frequentou o curso de mestrado em Cultura e Literatura Anglo-americanas (UMA) onde defendeu a tese intitulada "Phelps, Percursos de uma família britânica na Madeira de Oitocentos", trabalho que foi publicado, em 2008, na coleção Funchal 500 anos. É coautora dos seguintes livros: "Paisagens Literárias (Quadros da Madeira)"; "Cartas no intervalo da Guerra"; "Eu tenho uma carta escrita"; "Para (um)a história do Porto Santo e Das Ilhas a primeira" e "Diary 1954". Foi premiada no concurso literário António Feliciano Rodrigues "Castilho", em 2007 e 2013, tendo alcançado o 1.º lugar, em 2015 com o conto "Augusta". Editou, em 2018, um livro de poesia intitulado "Não saberás nada de mim". Publica em revistas nacionais e estrangeiras relacionadas com literatura de viagens, estudos insulares, arquivos privados, diários e escrita do eu. Foi diretora da Revista Islenha e neste momento coordena a equipa da Cultura da Câmara Municipal do Porto Santo.

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