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El Rey De Las Hormigas

de Zbigniew Herbert
idioma: espanhol
Editor: ACANTILADO, setembro de 2018 ‧
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Zbigniew Herbert trabajó durante veinte años en El rey de las hormigas y, no obstante, la obra quedó inconclusa hasta que su editor polaco recopiló los materiales, fragmentos y esbozos para darle la forma que hoy presentamos. En todos los textos, el poeta parece decidido a concederse la libertad de celebrar su amor por la civilización de la Antigu?edad dando nueva vida a los mitos. El resultado es una recreación personalísima, colorida y luminosa de un buen número de personajes de la mitología clásica, algunos conocidos por los lectores y otros injustamente olvidados: en las hábiles manos de Herbert, gracias a la sutileza e ingenio del poeta, Cleomedes, Atlas, Ares, Cerbero, Endimión o Áyax parecen convertirse en nuestros contemporáneos, y sus peripecias, sus destinos y el fabuloso mundo en el que vivieron nos invitan a reflexionar sobre el presente y, muy a menudo, a reír.

El Rey De Las Hormigas

de Zbigniew Herbert

Propriedade Descrição
ISBN: 9788417346256
Editor: ACANTILADO
Data de Lançamento: setembro de 2018
Idioma: Espanhol
Dimensões: 132 x 210 x 9 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 176
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Espanhol > Literatura > Ensaios
EAN: 9788417346256

SOBRE O AUTOR

Zbigniew Herbert

Zbigniew Herbert (Lviv, 1924 – Varsóvia, 1998), poeta e ensaísta polaco, é, segundo a crítica, uma das figuras mais marcantes da literatura europeia da segunda metade do século XX. Na vigência do regime estalinista no seu país, foi diversas vezes impedido de publicar, dada a sua recusa em obedecer à estética oficial. O seu primeiro livro de poesia, Struna swiatla (Corda de Luz), data de 1956. Seguiram-se vários outros, incluindo o célebre Pan Cogito (Senhor Cogito), de 1974. Considerado um poeta do histórico, do filosófico, do político e, ao mesmo tempo, do indivíduo, Herbert foi também um exímio ensaísta, tendo o volume Um Bárbaro no Jardim, de 1962, ou os ensaios recolhidos em Natureza Morta com Brida, de 1993, e em Labirinto à Beira-Mar, de 2000, ajudado a consolidar a sua enorme reputação internacional. Um crítico do New York Times chegou a afirmar: «Num mundo justo, Zbigniew Herbert teria já há muito sido galardoado com o Prémio Nobel.»

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