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El Pirata Gow

de Daniel Defoe
idioma: espanhol
Editor: Gadir Editorial, S.L., novembro de 2011 ‧
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John Gow nació en Escocia hacia 1697 y pese a que murió joven, en 1725, fue un pirata renombrado. El pirata Gow, publicado originalmente en Londres en el mismo año de su muerte, es el relato de los últimos años de su vida. La historia es a un tiempo amena y veraz, pues no cae en ninguno de los tópicos con que a menudo la literatura tiende a mitificar a aquellos hombres, y refleja fielmente lo que fue la vida como pirata de este personaje, que recorrió en su actividad las costas de España, Portugal y Francia. Gow y sus compañeros de fechorías aparecen en el relato como los hombres sanguinarios y crueles que fueron, lo que contribuye a darnos una imagen fiel del oficio de pirata, gracias a una técnica narrativa casi notarial. Una obra del mayor interés para los amantes de la literatura de piratas, inédita hasta hoy en castellano.

El Pirata Gow

de Daniel Defoe

Propriedade Descrição
ISBN: 9788496974883
Editor: Gadir Editorial, S.L.
Data de Lançamento: novembro de 2011
Idioma: Espanhol
Encadernação: Capa mole
Páginas: 120
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Espanhol > Literatura > Romance
EAN: 9788496974883

SOBRE O AUTOR

Daniel Defoe

Daniel Foe — o apelido só seria alterado pelo autor em 1695 para Defoe — (1660-1731), é considerado por muitos o primeiro romancista de língua inglesa. Foi comerciante, economista, jornalista e espião antes de escrever o seu primeiro romance, As Aventuras de Robinson Crusoe, aos sessenta anos.
Tendo testemunhado na infância a Peste e o Grande Incêndio de Londres, acabou por se transformar num apaixonado por viagens depois de conhecer profundamente países como a França, Espanha e os Países Baixos. Com uma vida extremamente aventurosa, esteve encarcerado por dívidas e lutou durante um breve período de tempo na rebelião do duque de Monmouth. Poucos anos depois começou a escrever panfletos político-satíricos que, de novo, o iriam conduzir à prisão. Por intervenção de um ministro Tory, acabaria por ser libertado e durante onze anos viria a ser agente secreto e jornalista político dos Tories. Deliciou-se durante toda a vida na representação de diversos papéis e disfarces, utilizando-os com grande efeito como espião, e escreveu mais de quinhentos livros, panfletos e artigos jornalísticos abrangendo tópicos como a política, crime, religião, geografia, matrimónio, psicologia e sobrenatural. Morreu na cidade de Londres em 1731, segundo se diz de «uma letargia».

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