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El Paraíso De Los Gatos

de Émile Zola
idioma: espanhol
Editor: Gadir Editorial, S.L., setembro de 2012 ‧
9,17€
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El paraíso de los gatos es una fábula sobre la vida de los gatos, esos buenos amigos de los hombres. El filósofo francés Taine, amigo de Zola, dijo que habiendo estudiado detenidamente a los filósofos y a los gatos, encontraba mucho más sabios a los gatos. El cuento plantea una interesante discusión. ¿Debemos buscar en la vida la seguridad ante todo? ¿O hay otras cosas que quizás valgan más la pena, como la búsqueda de aventuras o de ideales? El simpático gato protagonista de esta historia nos cuenta con toda sinceridad su experiencia y sus razones, y también las de sus compañeros de aventuras, y con ello nos trasladan estas preguntas a los lectores.

El Paraíso De Los Gatos

de Émile Zola

Propriedade Descrição
ISBN: 9788494044106
Editor: Gadir Editorial, S.L.
Data de Lançamento: setembro de 2012
Idioma: Espanhol
Encadernação: Capa mole
Páginas: 56
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Espanhol > Literatura > Romance
EAN: 9788494044106

SOBRE O AUTOR

Émile Zola

Émile Zola nasceu em 1840 em Paris. Cresceu em Aix-en-Provence, onde estudou no Collège Bourbon, regressando a Paris para continuar os estudos. A braços com dificuldades financeiras após a morte do pai, trabalhou em escritórios e colaborou em diversos jornais. Com a entrada na Hachette, Zola iniciou-se no mundo da literatura, conhecendo escritores como Taine, Stendhal, Balzac e Flaubert. Publicou os primeiros poemas, contos e artigos e, aos vinte e cinco anos, trocou a vocação inicial de poeta pela de romancista, escrevendo La Confession de Claude. A partir daí, viveu como jornalista e romancista, publicando Le voeu d’une morte (1866) e Thérèse Raquin (1867), obra que afirmou a sua estética naturalista, integrando teorias da sua época como o darwinismo, o evolucionismo e o determinismo científico. Inspirado n’A Comédia Humana de Balzac, iniciou em 1871 a série Rougon-Macquart, a que deu o subtítulo História natural e social de uma família sob o Segundo Império. Dela fazem parte Nana (1880) e Germinal (1885), duas das suas principais obras. Entretanto, em 1880, publicara O Romance Experimental, manifesto literário do movimento naturalista. Para Zola, o romancista era um observador da Natureza, adotando uma atitude experimental e trabalhando os factos sociais e emocionais como um químico trabalha com a sua matéria. Os seus livros percorreram temas tão diversos como as greves dos mineiros em Germinal, o alcoolismo das classes trabalhadoras em L’Assommoir, a decadência sexual das classes abastadas em La Curée e a ligação dos camponeses às suas terras em La Terre. Algumas das suas obras foram consideradas escandalosas na época, e nunca foi escolhido para a Academia Francesa, a que foi candidato vinte e quatro vezes. Em 1898, Zola participa no debate público relativo ao Caso Dreyfus, defendendo a inocência, que se viria a provar, do acusado. O seu artigo «J’accuse», publicado no L’Aurore, acabou por levar à revisão do processo judicial. Mas a sua publicação fez com que fosse processado e condenado a um ano de prisão, o que o levou a exilar-se em Inglaterra. Morreu em 1902 no seu apartamento na rua de Bruxelles, em condições que não excluíram a hipótese de assassínio.

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