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El Ojo Del Leopardo

de Henning Mankell
idioma: espanhol
Editor: Tusquets Editores S.A., março de 2010 ‧
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Desde la fría región sueca de Norrland, el joven Hans Olofson viaja a Zambia para visitar la tumba de un misionero legendario. Deja atrás una infancia y una adolescencia marcadas por la ausencia de la madre y, después, por la muerte de dos personas muy allegadas. La belleza de Zambia, y sobre todo su misterio, lo hechizan hasta el punto de permanecer en el país durante dieciocho largos años, al principio movido por los valores de la cooperación y la solidaridad. Poco a poco, sin embargo, convertido en granjero, la realidad africana le impone una visión de la vida completamente distinta, mientras el racismo de los blancos y el odio de los negros va consumiéndolo. Un día, tras encontrar cruelmente asesinados a sus vecinos blancos, comprende que sus días están contados. ¿Se quedará a luchar o arrojará la toalla? Hans sabe que quizá pueda escapar de la suerte que han corrido sus vecinos, pero no de su propia desesperación.

El Ojo Del Leopardo

de Henning Mankell

Propriedade Descrição
ISBN: 9788483832257
Editor: Tusquets Editores S.A.
Data de Lançamento: março de 2010
Idioma: Espanhol
Encadernação: Capa mole
Páginas: 377
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Espanhol > Literatura > Romance
EAN: 9788483832257

SOBRE O AUTOR

Henning Mankell

Henning Mankell nasceu em Estocolmo, no ano de 1948, e faleceu em 2015 em Gotemburgo. Durante muito tempo foi dramaturgo e diretor de teatro, nomeadamente do Teatro Avenida em Maputo, Moçambique. Desde 1990 que consagrou a sua obra literária aos policiais encabeçados por Kurt Wallander. Com esta personagem procurou recriar um policia "à moda antiga" que tenta, a todo o custo, lutar contra uma Suécia moderna em que imperam ideias racistas e de extrema violência. Através de uma mistura única entre o Noir americano e a melancolia existencial comum aos europeus, Mankell descreve um mundo onde o crime é solucionado através de inspiração pura ou por simples trabalho enfadonho, e onde o espectro da nossa própria mortalidade é uma condição intrínseca e incontornável para cada um de nós.

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