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El Inmenso Azul

de Ada Negri
idioma: espanhol
Editor: TORREMOZAS, maio de 2025 ‧
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ADA NEGRI (Lodi, Italia, 1870 ? Milán, Italia, 1945) es una de las más destacadas escritoras italianas de la primera mitad del siglo XX. Prosista y poeta, publicó en 1892, con 22 años, su primer libro de poemas, Fatalidad, marcado por una gran carga social. La obra obtuvo un éxito sin precedentes, lo que le valió el reconocimiento como «la poeta de los vencidos» y el apelativo de «la virgen roja». El tono social de su poesía fue dando paso a una voz más personal e introspectiva, al mismo tiempo que abandonaba las formas métricas clásicas italianas en sus dos obras mayores: El libro de Mara (1919) y Los cantos de la isla (1925). A partir de la década de 1920, cuando Mussolini llegó al poder, recibió todo tipo de reconocimientos en un momento muy oscuro de la historia de Italia, lo que explica el olvido en el que cayó su obra tras la guerra. Hoy, su escritura está siendo redescubierta y apreciada desde una perspectiva más amplia, que valora su originalidad y su significativa aportación a la literatura italiana del siglo XX. 'El inmenso azul', en edición bilingüe traducida por Mar García Lozano, recoge una selección de poemas de todos los libros publicados por Negri, desde Fatalidad hasta Fons Amoris, publicado en 1946, un año después de su muerte.

El Inmenso Azul

de Ada Negri

Propriedade Descrição
ISBN: 9788478399499
Editor: TORREMOZAS
Data de Lançamento: maio de 2025
Idioma: Espanhol
Dimensões: 145 x 210 x 23 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 184
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Espanhol > Outros
Livros em Espanhol > Literatura > Poesia
EAN: 9788478399499

SOBRE O AUTOR

Ada Negri

Ada Negri nasceu em Lodi, Itália, em 3 de fevereiro de 1870. O seu pai, Giuseppe Negri, era cocheiro, e a mãe, Vittoria Cornalba, tecelã. Após a morte do pai em 1871, a infância de Negri foi caracterizada pelo relacionamento com a avó, Giuseppina "Peppina" Panni. Panni trabalhava como porteira no palácio da nobre família Barni, onde Negri passava muito tempo sozinha, observando a passagem das pessoas (…). Frequentou a Escola Normal para Meninas de Lodi e obteve um diploma de professora do ensino elementar. Aos dezoito anos, assumiu um cargo de professora na aldeia de Motta Visconti, próximo do rio Ticino, em Pavia. Nos seus tempos livres, Negri escrevia poesias e enviava-as aos jornais locais. Os seus primeiros trabalhos foram publicados no periódico milanês L'Illustrazione Popolare. Foi incentivada a continuar os seus estudos pelo seu professor Paolo Tedeschi, que reconheceu a sua precocidade e talento. O primeiro volume de poesia de Negri, Fatalità (1892), foi bem recebido pelos leitores e críticos, o que lhe rendeu o prémio "Giannina Milli", que lhe proporcionou uma pequena ajuda financeira. Essas realizações levaram a uma nomeação como professora na escola normal de Milão. Aqui, ficou noiva do jovem intelectual socialista Ettore Patrizi e conheceu membros do Partido Socialista Italiano, incluindo Filippo Turati, Benito Mussolini e Anna Kuliscioff. O segundo livro de poemas, Tempeste (1896), foi publicado no mesmo ano em que Negri rompeu o seu noivado com Patrizi. O livro contém reflexões sobre o desgosto e um foco contínuo na desigualdade social (...) Em 1940, Negri foi admitida como a primeira mulher membro da Accademia d'Italia. No entanto, essa conquista manchou a sua reputação mais tarde na vida, porque os membros da Academia tinham de jurar lealdade ao regime fascista. Eles eram recompensados pelo governo com vários benefícios materiais. (...) Negri foi uma das colaboradoras da Lidel, uma revista feminina nacionalista publicada entre 1919 e 1935. (...) Em 11 de janeiro de 1945, a sua filha Bianca encontrou Negri morta no seu estúdio em Milão. Tinha 74 anos.

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