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El Globito Rojo

de Iela Mari
idioma: espanhol
Editor: KALANDRAKA, abril de 2006 ‧
14,27€
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KALANDRAKA recupera un clásico que en 1967, cuando la autora lo public ó por primera vez, contribuyó a revolucionar el panorama de la literat ura infantil universal por su atractiva y novedosa propuesta gráfica: se trata de un libro sin texto que destaca por su diseño minimalista y depurado. Con el paso de cada página el lector aprecia el proceso de metamorfosis de un globo en diversos objetos con los que guarda una se mejanza: manzana, mariposa, flor... Con títulos como ôUn globito rojoö inauguró un estilo casi abstracto que destacaba por la ausencia de re alismo y un elevado grado de simplificación cromática, lo que convirti ó esta obra en un álbum muy atípico para el público infantil. De ahí s u mérito por convertirse en un referente en este género en el que las palabras se sustituyen por imágenes llenas de dinamismo que -lejos del silencio aparente- evocan múltiples figuras.

El Globito Rojo

de Iela Mari

Propriedade Descrição
ISBN: 9788496388246
Editor: KALANDRAKA
Data de Lançamento: abril de 2006
Idioma: Espanhol
Encadernação: Capa dura
Páginas: 40
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Espanhol > Infantis e Juvenis
EAN: 9788496388246

SOBRE O AUTOR

Iela Mari

Iela Mari (Milão, Itália, 1932 - 2014). Ainda que a sua formação tenha sido praticamente autodidata, entre 1949 e 1954 estudou desenho na Academia de Belas Artes de Brera, a sua cidade natal. Aí conheceu aquele que viria a ser o seu marido, o designer Enzo Mari, com quem, entre 1955 e 1965, se dedicou a realizar estudos sobre a perceção visual das crianças. Estas investigações formaram a base dos seus famosos livros de imagens e projetos para a criação de materiais e jogos.
«O Balãozinho Vermelho» esteve entre os melhores livros do ano na Alemanha em 1969 e, em 1971, Iela Mari arrecadou o Prémio Nacional de Literatura Infantil e Juvenil da Alemanha pela obra intitulada «A Maçã e a Borboleta», editada em Itália (1969) e na Alemanha (1970). Em 1973 obteve o Prémio Gráfico da Feira de Bolonha pelo álbum «As estações», publicado no ano anterior.

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