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El Asador De La Reina Pie De Oca

de Anatole France
idioma: espanhol
Editor: CATEDRA, maio de 2014 ‧
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Hijo de librero, familiarizado desde su infancia con volúmenes y manuscritos antiguos, frecuentador de salones y tertulias literarias, novelista, colaborador de diversas publicaciones periódicas, Premio Nobel de Literatura, la celebridad de Anatole France es prácticamente universal. La fotografía lo ha inmortalizado con su rostro largo, sus ojos burlones, su gran nariz, su bigote y sus barbas blancas, y su obra constituye el legado de un escritor inteligente, original, atrevido, culto sin alardes de pedantería, libre de ataduras religiosas o doctrinarias, irónico, recio y humano. " El asador de la Reina Pie de Oca " , narrada en primera persona por el único hijo del propietario de un figón o asador situado en el corazón histórico del Barrio Latino de París, es una novela que cuenta las andanzas juveniles de su protagonista en medio de un laberíntico repertorio de personajes singulares, en un ambiente en ocasiones esotérico y fantasmagórico.

El Asador De La Reina Pie De Oca

de Anatole France

Propriedade Descrição
ISBN: 9788437632780
Editor: CATEDRA
Data de Lançamento: maio de 2014
Idioma: Espanhol
Encadernação: Capa mole
Páginas: 320
Tipo de produto: Livro
Coleção: Biblioteca Juridica
Classificação Temática: Livros em Espanhol > Literatura > Romance
EAN: 9788437632780

SOBRE O AUTOR

Anatole France

PRÉMIO NOBEL DA LITERATURA 1921

Anatole France, pseudónimo de François-Anatole Thibault (1844–1924), nasceu em Paris. Filho de um livreiro, desempenha funções na Biblioteca do Senado, ao mesmo tempo que escreve artigos de crítica e publica poesia em jornais e revistas. Em 1896, é eleito membro da Academia Francesa.
Experimenta vários géneros literários — os seus contos, Jocaste et Le Chat Maigre, de 1879, são elogiados por Flaubert —, mas é no romance que a sua vocação de escritor mais se evidencia. O seu primeiro sucesso advém com Thaïs (1890), reevocação decadente do período clássico, adaptado a libreto da ópera homónima, composta por Massenet e hoje em dia parte integrante do repertório tradicional. Seguem-se outros romances famosos, como Le Lys Rouge (1894), e quatro volumes reunidos sob o título Histoire Contemporaine (1897–1901), que marcam em definitivo a maturidade expressiva do escritor e o seu interesse por temas sociais e políticos.
Nas obras do seu último período de vida, destacam-se Vie de Jeanne d’Arc (1908), a novela alegórico-satírica L’Île des Pingouins (1908) e o romance histórico, que decorre durante a Revolução Francesa com Os Deuses Têm Sede (1912) e durante a Terceira República em A Revolta dos Anjos (1914), ambos na Cavalo de Ferro.
Escritor de refinada cultura e elegância de estilo, Anatole France esconde sob a veste de um irónico ceticismo um indulgente desencanto pela sociedade moderna. Em 1921, é-lhe atribuído o Prémio Nobel de Literatura pelo conjunto da sua obra.

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