El Ángel Azul

de Zoé Valdés
idioma: espanhol
Editor: GEDISA, setembro de 2008 ‧
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De la mano de la autora cubana finalista del Premio Planeta podemos ahora internarnos en el mundo del glamour en blanco y negro que nos ofrece en El ángel azul, un libro sobre cine, un libro sobre la admiración que siente una espectadora, un libro, finalmente, sobre la forma en que los personajes de la pantalla pasan a formar parte de nuestra vida. Escrito a partir de las vivencias que guarda la autora sobre la película de Josef von Sternberg, en estas páginas se mezclan sus recuerdos de la Habana con la figura de Marlene Dietrich en su papel de cabaretera. Eso lleva a la novelista a trazar un retrato personal de esa diva incomprendida que fue Marlene Dietrich, una mujer que alcanzó la máxima fama en Hollywood y que destacó como la figura arquetípica de la femme fatale, dividida entre el deseo y el amor. La colección «La película de mi vida» surgió para comentar grandes películas de la historia del cine a través de la voz de autores tan reconocidos como Salman Rushdie o Alberto Manguel. En este caso, Zoé Valdés analiza desde un punto de vista personal, informativo y ameno uno de los grandes clásicos de todos los tiempos, una película «que por encima de todo, ha resistido el paso de los años, de las ideologías y de las tecnologías.»

El Ángel Azul

de Zoé Valdés

Propriedade Descrição
ISBN: 9788497841887
Editor: GEDISA
Data de Lançamento: setembro de 2008
Idioma: Espanhol
Encadernação: Capa mole
Páginas: 117
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Espanhol > Arte > Outras Artes
EAN: 9788497841887

SOBRE O AUTOR

Zoé Valdés

Escritora cubana, Zoé Valdés nasceu em 1959, em Havana. Estudou no Instituto Pedagógico Superior de Havana, até ser expulsa no quarto ano. Daí passou para a Universidade de Havana para tirar o curso de Filologia mas só frequentou as aulas até ao segundo ano, altura em que decidiu abandonar a vida estudantil.
Entretanto, Zoé Valdés, que já escrevia poesia desde os 17 anos, recebeu aos 23, no México, o Primeiro Prémio de Poesia Roque Dalton y Jaime Suárez Quemain, graças ao livro Respuestas para vivir.
Por essa altura saiu de Cuba e mudou-se para França, onde aperfeiçoou a língua na Aliança Francesa. Começou a trabalhar na delegação cubana na UNESCO, onde foi assessora cultural entre 1984 e 1988, tendo também trabalhado no gabinete cultural da Embaixada de Cuba em Paris. Esta experiência acabou por a influenciar a nível político e a escritora transformou-se numa crítica do sistema político cubano.
Paralelamente, foi desenvolvendo a sua actividade de escritora e em 1985 voltou a ser galardoada, desta vez com o Prémio Carlos Ortiz de Poesia, graças à obra Todo para una Sombra.
Já no final da década de 80 regressou a Havana, onde esteve desempregada durante algum tempo, até que foi trabalhar para o Instituto Cubano de Arte e Indústria Cinematográficas. Aqui foi argumentista de cinema e subdirectora da Revista de Cinema Cubano. Desempenhou estas funções até 1994.
No ano seguinte ganhou o Prémio de Conto Juan March Cencillo com La Hija del Embajador. Em 1996 venceu o Prémio Finalista Planeta com a obra Te de la Vida Entera, já editado em Portugal com o título Dei-te a minha Vida, e três anos mais tarde foi distinguida pela República Francesa com a Ordem de Cavaleira das Artes e das Letras.
Zoé Valdés saiu de novo de Cuba, desta vez na condição de exilada política, e foi viver outra vez para Paris, onde prosseguiu a sua carreira literária, tendo produzido obras como Milagre em Miami, já publicadas em Portugal e em diversos países do mundo. Zoé Valdés foi considerada a percursora do sucesso que os escritores cubanos gozam actualmente em todo o mundo.
Paralelamente participa em conferências sobre literatura, mas onde as suas opções políticas, contrárias ao regime de Fidel Castro, são sempre um dos pontos fortes das suas intervenções.

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