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El Alma De Las Marionetas

de John Gray
idioma: espanhol
Editor: Editorial Sexto Piso, Janeiro de 2015 ‧
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Gray asemeja la libertad humana a la libertad de las marionetas. En nuestro caso, el titiritero habita oculto en nuestra propia conciencia, y los hilos vienen dados por nuestra historia e ideas, pero nada implica que podamos evadirnos de los límites que constriñen y determinan nuestros actos en el mundo. John Gray observa que el anhelo sigue siendo liberar de una vez por todas al ser humano de sus ataduras, para dar comienzo a una nueva era de libertad humana y de plenitud. En cambio, en una magistral vuelta de tuerca, John Gray argumenta con lucidez casi lo contrario: justo ahí donde creemos liberarnos de las cadenas que nos atan, los seres humanos nos revelamos como simples marionetas incapaces de admitir las fronteras a las que irremediablemente nos constriñe nuestra condición.

El Alma De Las Marionetas

de John Gray

Propriedade Descrição
ISBN: 9788416358076
Editor: Editorial Sexto Piso
Data de Lançamento: Janeiro de 2015
Idioma: Espanhol
Dimensões: 149 x 230 x 31 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 192
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Espanhol > Literatura > Ensaios
EAN: 9788416358076

SOBRE O AUTOR

John Gray

John Nicholas Gray (nascido 17 de abril de 1948) é um filósofo político Inglês. Foi professor da Escola de Estudos Europeus na Faculdade de Economia e Ciência Política de Londres. É colaborador regular do The Guardian, The Times Literary Supplement e o New Statesman.
Autor de vários livros importantes, escreveu vários livros influentes, incluindo False Dawn: The Delusions of Global Capitalism (1998), onde argumenta que a globalização do mercado livre é um projeto iluminista instável atualmente em processo de desintegração, em Sobre Humanos e Outros Animais (edição Portuguesa, 2007) , ataca o humanismo filosófico, uma visão do mundo que potencia as ideologias religiosas extremistas e em Black Mass: Apocalyptic Religion and the Death of Utopia (2007), faz uma crítica ao pensamento utópico do mundo moderno. Gray considera que a moralidade é uma ilusão e retrata a humanidade como uma espécie voraz determinada em exterminar outras formas de vida. Gray escreve que "os seres humanos ... não pode destruir a Terra, mas podem facilmente destruir o meio ambiente que os sustenta.".

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