Edifícios de Arquivo
Futuros para o Passado
Editor:
Caleidoscópio, julho de 2018 ‧
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SINOPSE
O edifício de arquivo, lugar de memória colectiva e de identidade social, está tradicionalmente ligado à ideia de depósito reservado, quase inacessível. Esta ligação foi sendo legitimada pelas preocupações de solidez e de segurança e pelo modo como estas foram impondo aos edifícios uma expressão de opacidade e de encerramento.
Ao reconhecerem no livre acesso aos documentos uma expressão dos ideais de liberdade e de igualdade, as políticas culturais e patrimoniais foram criando condições para a abertura dos arquivos ao público. A consciência do valor único deste património gerou efeitos múltiplos e universais, levando ao aprofundamento das abordagens protagonizadas pela arquivística e dando origem à necessidade de uma reflexão dirigida às condições físicas da guarda de documentos, reflexão que, em última análise, é do âmbito da área disciplinar da Arquitectura.
Nesta obra, Vítor Carvalho Araújo cruza a reflexão crítica que é própria da prática profissional e do ensino de Projecto de Arquitectura - áreas de interacção que coexistem na experiência pessoal do autor - com a avaliação do processo projectual, recolhendo e analisando a natureza evolutiva dos programas, das determinações funcionais, dos requisitos técnicoconstrutivos e do carácter simbólico que os edifícios de arquivo assumem nos seus desempenhos sociais e urbanos.
Tradução material da memória colectiva e referência original dos factos que encerra, o arquivo funciona como expressão de cultura e como instrumento científico.
É à arquitectura que cabe a responsabilidade de preservar o património documental, de dar expressão material ao seu significado colectivo e de assegurar o futuro do passado.
Ao reconhecerem no livre acesso aos documentos uma expressão dos ideais de liberdade e de igualdade, as políticas culturais e patrimoniais foram criando condições para a abertura dos arquivos ao público. A consciência do valor único deste património gerou efeitos múltiplos e universais, levando ao aprofundamento das abordagens protagonizadas pela arquivística e dando origem à necessidade de uma reflexão dirigida às condições físicas da guarda de documentos, reflexão que, em última análise, é do âmbito da área disciplinar da Arquitectura.
Nesta obra, Vítor Carvalho Araújo cruza a reflexão crítica que é própria da prática profissional e do ensino de Projecto de Arquitectura - áreas de interacção que coexistem na experiência pessoal do autor - com a avaliação do processo projectual, recolhendo e analisando a natureza evolutiva dos programas, das determinações funcionais, dos requisitos técnicoconstrutivos e do carácter simbólico que os edifícios de arquivo assumem nos seus desempenhos sociais e urbanos.
Tradução material da memória colectiva e referência original dos factos que encerra, o arquivo funciona como expressão de cultura e como instrumento científico.
É à arquitectura que cabe a responsabilidade de preservar o património documental, de dar expressão material ao seu significado colectivo e de assegurar o futuro do passado.
DETALHES
| Propriedade | Descrição |
|---|---|
| ISBN: | 9789896584382 |
| Editor: | Caleidoscópio |
| Data de Lançamento: | julho de 2018 |
| Idioma: | Português |
| Dimensões: | 170 x 241 x 19 mm |
| Encadernação: | Capa mole |
| Páginas: | 128 |
| Tipo de produto: | Livro |
| Classificação Temática: |
Livros em Português
>
Arte
>
Arquitetura
|
| EAN: | 9789896584382 |
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