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Doña Perfecta

de Benito Pérez Galdós
idioma: espanhol
Editor: Editorial Juventud, S.A., abril de 2011 ‧
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Cuando el joven ingeniero Pepe Rey, de mentalidad abierta y progresista, llega a Orbajosa procedente de la capital con el fin de contraer matrimonio con Rosario, la hija de Doña perfecta, empiezan a surgir una serie de desavenencias. La anacrónica comunidad provinciana de Orbajosa, en la que prevalece una moralidad opresiva, la hipocresía, la envidia social y la intransigencia religiosa, ve en todo lo que viene de fuera a un enemigo que debe ser aniquilado. Cuando las desavenencias acaban en confrontación, el pueblo se transforma en un centro de intrigas, donde todos los personajes tienen su papel importante y donde la atmósfera va haciéndose cada día más asfixiante hasta llegar al clímax con un inesperado desenlace.

Doña Perfecta

de Benito Pérez Galdós

Propriedade Descrição
ISBN: 9788426137784
Editor: Editorial Juventud, S.A.
Data de Lançamento: abril de 2011
Idioma: Espanhol
Encadernação: Capa mole
Páginas: 265
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Espanhol > Literatura > Romance
EAN: 9788426137784

SOBRE O AUTOR

Benito Pérez Galdós

Benito Pérez Galdós nasceu em 10 de maio de 1843, em Las Palmas, nas ilhas Canárias, e é considerado o maior romancista espanhol desde Miguel de Cervantes.
Filho de militar, mudou-se, em 1862, para Madrid a fim de estudar Direito, tendo aí frequentado as reuniões do Ateneu e os cafés Fornos e Suizo, onde se relacionou com os intelectuais e artistas da época, começando a escrever para os jornais La Nación e El Debate. Em 1868, abandonou os estudos para se dedicar inteiramente à escrita. Viajou pela Europa, familiarizando-se com as tendências literárias da época, como o realismo e o naturalismo. A sua prolífica obra, tanto em romances como em peças de teatro, foi marcada pelo realismo, refletindo a sua preocupação com os problemas políticos e sociais da época, como o seu percurso político de tendência progressista e anticlerical também demonstra. Galdós chegou mesmo a ser deputado, entre 1886 e 1890, na ala liberal, e, em 1907 e 1910, como republicano.
Comparado a Honoré de Balzac e Charles Dickens, tornou-se membro da Real Academia em 1897 e foi nomeado para o Prémio Nobel em 1912. Faleceu em 4 de janeiro de 1920, em Madrid.

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