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Do Outro Lado da Esperança

de António de Almeida Santos

editor: Dom Quixote, janeiro de 2016
Este livro questiona, inquieta, informa, provoca e finalmente incita-nos a agir enquanto é tempo.
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«Do Outro Lado da Esperança trata-se de um livro lúcido, bem fundamentado e frontal sobre a preocupante problemática deste final de milénio, aprofundando e complementando a linha das suas anteriores reflexões. […] É urgente - nota Almeida Santos - acordar as consciências e mobilizar as energias disponíveis. Ninguém pode ficar indiferente ao que está em jogo: a sobrevivência da humanidade. Nada menos do que isso! E sendo assim, Almeida Santos assume-se, voluntariamente, como "sineiro". Porque realmente pensa: se houver vontade política e a opinião internacional for capaz de mobilizar, ainda iremos a tempo de arrepiar caminho. Vale a pena, por isso, ousar e lutar. Eis a lição tónica deste livro, que se lê com alguma incomodidade, não o escondo, porque nos questiona, inquieta, informa, provoca - um imenso abanão nas nossas ingénuas certezas de outrora - fornecendo-nos tópicos de reflexão irrecusáveis e, finalmente, nos incita a agir, enquanto é tempo.»

Do Outro Lado da Esperança

de António de Almeida Santos

Propriedade Descrição
ISBN: 9789722058933
Editor: Dom Quixote
Data de Lançamento: janeiro de 2016
Idioma: Português
Dimensões: 156 x 234 x 25 mm
Páginas: 376
Tipo de produto: Livro
Classificação temática: Livros em Português > Política > Política em Geral
EAN: 9789722058933
António de Almeida Santos

Nasceu em 1926. Licenciou-se em Direito pela Universidade de Coimbra em 1950. Em 1953 fixou-se em Moçambique onde exerceu a advocacia até 1974, ano em que regressou a Portugal a convite do Presidente da República António de Spínola. Após o 25 de Abril, foi ministro da Coordenação Interterritorial dos I, II, II e IV Governos Provisórios com o estatuto de independente. No IV Governo Provisório ocupou também o lugar de ministro da Comunicação Social. No I Governo Constitucional tinha a seu cargo a pasta da Justiça, aderindo então ao Partido Socialista. Foi ministro adjunto do primeiro-ministro no II Governo Constitucional. Desempenhou um papel determinante na primeira Revisão Constitucional em 1982. Foi ministro de Estado e dos Assuntos Parlamentares na Governo PS|PSD. Nas Eleições Legislativas de 1985 encabeça a lista do PS como candidatos a primeiro-ministro. Volta a ter, de novo, um papel preponderante na Revisão Constitucional de 1988|1989. A partir de 1990, volta a destacar-se na direcção do PS, integrando o Secretariado Nacional. Em Outubro de 1995 é nomeado para o cargo de presidente da Assembleia da República.
Falecimento: 18 de janeiro de 2016.

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