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Do Corpo ao Algoritmo, da Planta ao Relógio

de Mário Tiago Paixão
Editor: Oxalá Editora, novembro de 2025 ‧
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O livro vencedor do Prémio de Poesia Oxalá 2025 é um trabalho intitulado Do Corpo ao Algoritmo, da Planta ao Relógio. Trata-se de um conjunto de poemas de onde se desprende um olhar crítico perante a tecnologia que domina a nossa atualidade, com o intuito de fazer brotar a dimensão humana numa sociedade cada vez mais mecanizada. Deste modo, numa linguagem híbrida, denuncia-se a automatização da vida e celebra-se um regresso à organicidade, transformando algoritmos em carne e raízes em código, num constante questionamento do que é humano.

O júri do Prémio de Poesia Oxalá 2025 Cristina Torrão, escritora (Alemanha), Diniz Borges, professor universitário, escritor e tradutor, (USA), Daniel Bastos, historiador (Portugal), Dora Gago, escritora, e professora universitária, (Portugal).

Do Corpo ao Algoritmo, da Planta ao Relógio

de Mário Tiago Paixão

Propriedade Descrição
ISBN: 9783946277910
Editor: Oxalá Editora
Data de Lançamento: novembro de 2025
Idioma: Português
Dimensões: 156 x 220 x 8 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 72
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Poesia
EAN: 9783946277910

SOBRE O AUTOR

Mário Tiago Paixão

Mário Tiago Paixão (Lisboa, 1982) é escritor e professor universitário.
Estudou Línguas e Literaturas Modernas na Universidade Nova de Lisboa e, depois, partiu para Paris, onde trabalhou como Assistente de Português na Academia de Versalhes e aprendeu o ofício de estrangeiro. Vive hoje em Ancara, cidade onde o idioma se tornou também uma casa. Aí, leciona e coordena os Estudos Portugueses na Universidade de Ancara, ao serviço do Camões – Instituto da Cooperação e da Língua, I.P., e é responsável pelos projetos culturais da Embaixada de Portugal na Turquia.
É autor de quatro livros de poesia. A sua escrita interroga o gesto e o limite, o modo como a linguagem se transforma em corpo e o corpo em ausência. Entre a luz e o erro, constrói uma voz de lucidez inquieta, onde cada palavra parece procurar o seu silêncio. Publicado em Portugal, Turquia, Brasil e Itália, tem presença em diversas revistas e antologias literárias.
Do Corpo ao Algoritmo, da Planta ao Relógio, vencedor do Prémio de Poesia Oxalá 2025, é o seu mais recente trabalho poético.

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