Do Absolutismo ao Liberalismo: as Reformas de Mouzinho da Silveira

de Diogo Freitas do Amaral
Editor: Edições Tenacitas, outubro de 2008 ‧
Na transição do Absolutismo para o Liberalismo em Portugal, José Xavier Mouzinho da Silveira foi o grande ministro de D. Pedro IV a quem se ficou a dever a separação entre a Administração e a Justiça, e também a reforma da Fazenda Pública e a transformação do sistema económico feudal em sistema liberal. Neste livro Diogo Freitas do Amaral analisa a concretização por Mouzinho da Silveira, no plano legislativo, do axioma fundamental solenemente proclamado na Constituição de 1822 - o princípio da separação de poderes.

A obra de Mouzinho da Silveira neste âmbito configura um conjunto impressionante de reformas profundamente inovadoras, que mudaram para sempre Portugal. Tão esclarecidas e ponderadas foram todas elas que nunca mais, de 1834 até hoje, foram postas em causa, na sua essência, por qualquer das cinco constituições que se seguiram à de 1822. Nomeadamente, todos os princípios e normas legislados em 1834 por Mouzinho da Silveira se encontram hoje consagrados na actual Constituição, às vezes com outros nomes e com diversos contor­nos, mas a sua essência perdura, cerca de cento e setenta e cinco anos depois e após várias mudanças de regime político.

Do Absolutismo ao Liberalismo: as Reformas de Mouzinho da Silveira

de Diogo Freitas do Amaral

Propriedade Descrição
ISBN: 9789728758530
Editor: Edições Tenacitas
Data de Lançamento: outubro de 2008
Idioma: Português
Dimensões: 114 x 168 x 7 mm
Páginas: 100
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Português > Direito > História e Estudos do Direito
EAN: 9789728758530

SOBRE O AUTOR

Diogo Freitas do Amaral

Diogo Freitas do Amaral foi uma figura nacional, conhecido como professor de Direito, político e escritor.
Nascido na Póvoa de Varzim, de família vimaranense, em 21 de julho de 1941, doutorou-se em 1967 e ascendeu a catedrático em 1984. Como fundador e primeiro presidente do CDS, foi um dos líderes dos quatro principais partidos políticos da Democracia portuguesa, em 1974 e anos seguintes. Foi conselheiro de Estado, Vice-Primeiro-Ministro, Primeiro Ministro interino, Ministro dos Negócios Estrangeiros (2 vezes) e Ministro da Defesa Nacional. No plano internacional, foi presidente da UEDC – União Europeia das Democracias Cristãs (1981-83) e presidente da Assembleia Geral da ONU (1995-96). De regresso a Portugal, foi co fundador e primeiro diretor da Faculdade de Direito da Universidade Nova de Lisboa.
Faleceu a 3 de outubro de 2019 e o País homenageou-o com honras militares, num reconhecimento sentido a um dos pais da Democracia portuguesa.

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