Direitos (dos Desassistidos) Sociais
SINOPSE
"Convivo com os pobres sem preconceitos, no samba, no futebol, na praia." "Em casa a empregada tem toda a nossa assistência, até almoça conosco na mesa." Na base desta compreensão, está um fenômeno particular, e perverso: a banalização da pobreza.
Fruto dessa banalização, a própria qualificação e extensão da pobreza é pouco conhecida. Ela é introjetada em nosso imaginário coletivo como algo natural, já que Estado e sociedade civil se sentem impotentes para resolvê-la.
As cifras que apontam a pobreza - grau de subnutrição, habitações precárias, ausências de renda, analfabetismo - acabam por fragmentar o fenômeno, mais que clarificá-lo. Acaba-se mesmo esquecendo que a pobreza é decorrência de um modo de produção que engendra a exclusão e a desigualdade. Chega-se a inverter essa equação, entendendo a pobreza como violação e violência.
A pobreza banalizada tem a vantagem de ser uma paisagem comum no cotidiano, aparentemente conhecida e sob controle. Camufla-se dessa forma a sua barbárie.
DETALHES
| Propriedade | Descrição |
|---|---|
| ISBN: | 9788524901812 |
| Editor: | Cortez |
| Data de Lançamento: | Janeiro de 2002 |
| Idioma: | Português, Português do Brasil |
| Dimensões: | 139 x 209 x 7 mm |
| Encadernação: | Capa mole |
| Páginas: | 126 |
| Tipo de produto: | Livro |
| Classificação Temática: |
Livros em Português
>
Ciências Sociais e Humanas
>
Sociologia
|
| EAN: | 9788524901812 |
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