Dicionário de Fernando Pessoa e do Modernismo Português
SINOPSE
Tentando dar conta da complexidade dos problemas críticos colocados pela sua vasta produção em poesia, ficção, teatro, filosofia e teoria, estudando a sua relação com grandes nomes da literatura universal e partindo de ângulos tão diversos como o político, o científico, o retórico ou o esotérico, propõe-se uma visão ampla e contextualizada do mais importante poeta português do século XX.
CRÍTICAS DE IMPRENSA
«O material de consulta que [este dicionário] nos fornece é de uma extensão impressionante e implica tanto a erudição histórico-literária como a exposição conceptual.»
António Guerreiro, Expresso
DETALHES
| Propriedade | Descrição |
|---|---|
| ISBN: | 9789722119856 |
| Editor: | Editorial Caminho |
| Data de Lançamento: | dezembro de 2008 |
| Idioma: | Português |
| Dimensões: | 181 x 254 x 57 mm |
| Encadernação: | Capa dura |
| Páginas: | 1086 |
| Tipo de produto: | Livro |
| Coleção: | Dicionários |
| Classificação Temática: |
Livros em Português
>
Dicionários e Enciclopédias
>
Técnicos
Livros em Português > Literatura > História da Literatura |
| EAN: | 9789722119856 |
OPINIÃO DOS LEITORES
Um essencial a quem queira entender o modernismo em Portugal
Marisa Torres
Um essencial a quem queira entender o modernismo em Portugal e queira esclarecer certos conceitos.
Não só, mas também
Nuno Azevedo
Este dicionário, como indica o título, não é apenas um dicionário de Fernando Pessoa, mas também é um completo dicionário sobre todo o Modernismo português. Tudo o possamos querer saber sobre este período literário está lá. Elaborado pelos estudiosos mais competentes do país sobre esta área, este livro constitui uma obra essencial para qualquer estudante universitário e até mesmo para qualquer professor. Essencial. Obrigatório.Imperdível.
antes de todas
Paulo Alves
com 600 páginas de síntese é uma obra que propõe uma visão sobre a complexidade dos problemas críticos colocados pela vasta produção do político, do escritor, do científico, do retórico e do esotérico de Fernando Pessoa. Vem antes de todas, parece-me.