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Diário do Ano da Peste

de Daniel Defoe
Editor: Clássica Editora, julho de 2020 ‧
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O autor de obras célebres como Robison Crusoe ou Moll Flanders, o Diário do Ano da Peste, simultaneamente ficção e História, apresenta factos através de descrições vívidas e intensas.

A um trabalho sério de historiador, Defoe alia uma escrita imaginativa, a que acresce um estilo directo, proveniente da sua experiência jornalística.

Pelo seu rigor documental, esta obra é um dos mais convincentes relatos alguma vez escritos sobre a Grande Peste de 1665, constituindo ainda um retrato pormenorizado e atento da cidade de Londres daquela época.

Diário do Ano da Peste

de Daniel Defoe

Propriedade Descrição
ISBN: 9789725613924
Editor: Clássica Editora
Data de Lançamento: julho de 2020
Idioma: Português
Dimensões: 131 x 203 x 10 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 226
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Romance
EAN: 9789725613924

Relatos impressionantes sobre a peste

Luís Mendes

Relatos impressionantes sobre uma doença terrível e mortal, que nos levam a concluir que, passados quase 400 anos, as atitudes e os comportamentos das pessoas não mudaram tanto assim.

Relatos impressionantes sobre a peste

Luís Mendes

Relatos impressionantes de uma doença terrível e mortal. Um leitura muito interessante, que nos leva a concluir que, passados quase 400 anos, as atitudes e os comportamentos das pessoas não mudaram tanto assim.

SOBRE O AUTOR

Daniel Defoe

Daniel Foe — o apelido só seria alterado pelo autor em 1695 para Defoe — (1660-1731), é considerado por muitos o primeiro romancista de língua inglesa. Foi comerciante, economista, jornalista e espião antes de escrever o seu primeiro romance, As Aventuras de Robinson Crusoe, aos sessenta anos.
Tendo testemunhado na infância a Peste e o Grande Incêndio de Londres, acabou por se transformar num apaixonado por viagens depois de conhecer profundamente países como a França, Espanha e os Países Baixos. Com uma vida extremamente aventurosa, esteve encarcerado por dívidas e lutou durante um breve período de tempo na rebelião do duque de Monmouth. Poucos anos depois começou a escrever panfletos político-satíricos que, de novo, o iriam conduzir à prisão. Por intervenção de um ministro Tory, acabaria por ser libertado e durante onze anos viria a ser agente secreto e jornalista político dos Tories. Deliciou-se durante toda a vida na representação de diversos papéis e disfarces, utilizando-os com grande efeito como espião, e escreveu mais de quinhentos livros, panfletos e artigos jornalísticos abrangendo tópicos como a política, crime, religião, geografia, matrimónio, psicologia e sobrenatural. Morreu na cidade de Londres em 1731, segundo se diz de «uma letargia».

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