Diário de Um Dromedário
SINOPSE
Este livro ("Deseja saber o que é?/Dirija-se a outro guichet!"), que conta com desenhos de PAM (Paulo Anciães Monteiro), pode ser lido ("É um completo nonsense/pedir-lhe que pense!") como um manual de sobrevivência de um desalinhado na sociedade pós-moderna ("Antes o caos/que os maus!"), mas não deixará nunca de ser, sobretudo, uma forma de conhecer o universo e o talento de Paulo Abrunhosa ("Construí o meu ego/como um castelo da Lego:/um edifício/fictício,/feito de múltiplas peças./Só espero não as ter encaixado às avessas.").
CRÍTICAS DE IMPRENSA
"Diário de Um Dromedário é livro suficiente para semear o vício inestimavelmente excêntrico de brincar com palavras."
Mário Santos, PÚBLICO
«Paulo Abrunhosa viajou por conta e risco próprios pela cultura de cá, sobretudo pela cultura do Porto. Felizmente, viajou sem mapa nem plano discernível. No ano da sua morte chegou “Diário de um Dromedário”, uma colisão livre de palavras, sobretudo versos, com réplica essencial de desenhos da autoria de PAM (…). Esta obra (…) foi-se agigantando em estatuto à medida que rareava nas livrarias. Chega agora a reedição via Contraponto (…).»
Time Out Porto
EXCERTOS
“O Paulo Abrunhosa era um grande poeta, com uma sensibilidade fora do normal. Um dia alguém me disse – já não sei quem, mas concordei – que era um Pina a quente.”
Do prefácio de Rui Moreira
“O Paulo sabia que o acto das palavras é um acto de resistência. Legou-nos o seu Diário de um Dromedário, um livro autêntico, incandescente, inspirador, desafiador e desencaminhador. Um livro pleno de te(n)são poética e singeleza.”
Do prefácio de João Gesta
“O Paulo era um príncipe da palavra, alguém que se deslocava entre a suavidade das nuvens e a tempestuosidade da certeza com que se batia pela sua visão do mundo. Não era fácil ser o seu imrão mais novo, mas com que saudade recordo as discussões que mantínhamos e nas quais eu me afundava numa sensação de pequenez e ignorância.”
Do posfácio de Pedro Abrunhosa
“Neste seu Diário-Alfabético-Profético PA mergulha na tradição de chaves mágicas doutrinárias primeiras, com o objectivo (que também era o de Walter Benjamin) de terminar em cada caso a figura do mais antigo no que havia de mais novo.”
Do posfácio de Paulo Anciães Monteiro
DETALHES
| Propriedade | Descrição |
|---|---|
| ISBN: | 9789896661472 |
| Editor: | Contraponto Editores |
| Data de Lançamento: | maio de 2017 |
| Idioma: | Português |
| Dimensões: | 150 x 237 x 20 mm |
| Encadernação: | Capa mole |
| Páginas: | 264 |
| Tipo de produto: | Livro |
| Classificação Temática: |
Livros em Português
>
Literatura
>
Poesia
|
| EAN: | 9789896661472 |
| Idade Mínima Recomendada: | Não aplicável |
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