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Diario De Canadá

de Walt Whitman
idioma: espanhol
Editor: Ápeiron Ediciones, outubro de 2015 ‧
15,29€
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«El Diario de Canadá es un punto de inflexión en la vida y la obra de Whitman. El viaje a Canadá de Whitman fue de hecho suficiente para que el poeta viviera o volviera a recuperar el gusto por la vida o el placer de meramente existir. Leer el Diario de Canadá, que como pasa con cualquier Diario es un reflejo preciso de la continuidad de su escritura, se convierte en una prueba de lectura interminable que trasciende las condiciones de la escritura bajo el aura aparente de un mito o relato en la misma medida en que sucedía con el proceso de corrección interminable al que se vería sometido Hojas de hierba. La humildad del lector permitiría entonces que la democracia que aún no ha tenido lugar en la historia encontrara en la escritura de Whitman su propia vida o hábitat insuperable. De esta manera, el énfasis implícito en el papel que deberían desempeñar para Whitman los Estados Unidos como una parte de América y no una totalidad es la clave de lectura del Diario de Canadá, el único viaje que Whitman realizó durante su vida fuera de los Estados Unidos y una nueva lección para los tiempos modernos sobre lo que podía significar América para los propios estadounidenses si miraran hacia Canadá y sin necesidad de salir de América».

Diario De Canadá

de Walt Whitman

Propriedade Descrição
ISBN: 9788494425288
Editor: Ápeiron Ediciones
Data de Lançamento: outubro de 2015
Idioma: Espanhol
Encadernação: Capa mole
Páginas: 104
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Espanhol > Literatura > Epístolas e Cartas
EAN: 9788494425288

SOBRE O AUTOR

Walt Whitman

Considerado o grande poeta da Revolução Americana – ou até mesmo o maior poeta de toda a literatura americana – o nova-iorquino Walt Whitman (1819-1892) destacou-se no estilo do verso livre, sem restrições métricas, mas também com um pensamento que dessa forma funcionava: sem limites e regras.
Dele escreveu Fernando Pessoa: «Introduziu uma nova subjetividade na conceção poética e fez da sua poesia um hino à vida.»
Whitman foi, no verdadeiro e justo entendimento do termo, um visionário. Celebrou o homem e a natureza, incentivando pelas suas palavras os mais nobres ideais de comunhão, de partilha e de participação democrática nos Estados Unidos da América.
Se fosse vivo, talvez Walt Whitman hoje escrevesse coisas parecidas às de outrora, de tão imutáveis que parecem ser os sentimentos que descreveu, de tão evidente que era, para o autor, a delicadeza da condição humana, do amor, do sexo, da vida em comunhão nas cidades e dos caminhos difíceis que juntos continuamos a percorrer.

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