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Dialogues Ii ; Ultimes Dialogues ; Retrouvailles

de Jorge Luis Borges
idioma: francês
Editor: Pocket, junho de 2012 ‧
13,34€
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« Le dialogue avec Borges est une incursion dans la littérature même. Il permet d'être en contact avec l'esprit du littéraire. Borges lui-même m'avait affirmé qu'il voyait dans ces dialogues une forme indirecte d'écriture. Il continuait à écrire à travers les dialogues. Transcrivant les conversations, j'eus la certitude que Borges, en conversant, prolongeait son oeuvre écrite. À la magie de le lire correspond alors la magie de l'entendre. Outre l'éthique, la religion, le temps, la pensée littéraire, objets d'une attention permanente, Borges se livre à quelques exercices d'admiration (Yeats, Shaw, Whitman) mais peut aussi s'attaquer à certaines idoles (Valéry, Joyce). Mais par-dessus tout, ce qui ressort c'est l'esprit de Borges (...). » OSVALDO FERRARI Vous trouverez ici réunis en un volume Ultimes dialogues et Retrouvailles, avec un prologue inédit d'Osvaldo Ferrari.

Dialogues Ii ; Ultimes Dialogues ; Retrouvailles

de Jorge Luis Borges

Propriedade Descrição
ISBN: 9782266227629
Editor: Pocket
Data de Lançamento: junho de 2012
Idioma: Francês
Dimensões: 108 x 175 x 22 mm
Páginas: 502
Tipo de produto: Livro
Coleção: Agora
Classificação Temática: Livros em Francês > Literatura > Linguística e Filologia
EAN: 9782266227629

SOBRE O AUTOR

Jorge Luis Borges

Jorge Luis Borges nasceu em Buenos Aires, em 1899. Cresceu no bairro de Palermo, «num jardim, por detrás de uma grade com lanças, e numa biblioteca de ilimitados livros ingleses».
Em 1914 viajou com a família pela Europa, acabando por se instalar em Bruxelas, e posteriormente em Maiorca, Sevilha e Madrid. Regressado a Buenos Aires, em 1921, Borges começou a participar ativamente na vida cultural argentina.
Em 1923, publicou o seu primeiro livro — Fervor de Buenos Aires — mas o reconhecimento internacional só chegou em 1961, com o Prémio Formentor, seguido por inúmeros outros. A par da poesia, Borges escreveu ficção (é sem dúvida um dos nomes maiores do conto ou da narrativa breve), crítica e ensaio, géneros que praticou com grande originalidade e lucidez.
A sua obra é como o labirinto de uma enorme biblioteca, uma construção fantástica e metafísica que cruza todos os saberes e os grandes temas universais: o tempo, «eu e o outro», Deus, o infinito, o sonho, as literaturas perdidas, a eternidade — e os autores que deixam a sua marca.
Foi professor de literatura e dirigiu a Biblioteca Nacional de Buenos Aires entre 1955 e 1973.
Morreu em Genebra, em junho de 1986.

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