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Deus ao Microscópio

de Clara Pinto Correia
Editor: Quasi Edições, abril de 2002 ‧
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Clara Pinto Correia, mais conhecida como ficcionista do que como bióloga, escreveu este livro em Inglês para o mercado Americano, onde se especializou como cientista, e é traduzido por Ricardo Vasconcelos. Este ensaio debruça-se sobre o impacto gerado em meados do século XVII pela introdução do microscópio no estudo das ciências da vida, do ponto de vista do fervor religioso que esta nova visão desencadeou. Num momento científico em que a maioria dos microscopistas pioneiros eram cristãos devotos, o microscópio parecia revelar ao homem 3 lições divinas fundamentais, todas elas em harmonia com os principais básicos da fé cristã: o microscópio como instrumento divino de assombro, de modéstia e de redenção. No momento em que usavam os seus primeiros microscópios, os naturalistas estavam por defeito, ainda autorizados a sonhar...

Deus ao Microscópio

de Clara Pinto Correia

Propriedade Descrição
ISBN: 9789728632373
Editor: Quasi Edições
Data de Lançamento: abril de 2002
Idioma: Português
Dimensões: 135 x 205 x 9 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 80
Tipo de produto: Livro
Coleção: dragões do éden
Classificação Temática: Livros em Português > Ciências Exatas e Naturais > Biologia
EAN: 9789728632373
Idade Mínima Recomendada: Não aplicável

SOBRE O AUTOR

Clara Pinto Correia

Clara Pinto Correia (Lisboa, 30 de janeiro de 1960 — Estremoz, 9 de dezembro de 2025) foi ficcionista, cronista, divulgadora científica e bióloga portuguesa. Figura sui generis do panorama da literatura portuguesa, quer pelo seu estilo de escrita, quer pelas áreas da sua produção ou ainda pelo ritmo de publicação que a autora manteve.
Depois de se ter licenciado em Biologia pela Universidade de Lisboa, doutorou-se pela Universidade do Porto, prosseguindo uma carreira universitária e de investigação no domínio da Embriologia no Instituto Gulbenkian de Ciência e nos Estados Unidos da América (Buffalo e Universidade de Harvard).
A sua estreia literária dá-se em 1984, com o romance Agrião, mas a sua popularidade atinge-a com o romance Adeus Princesa, sucesso editorial, transposto para o cinema. A consagração máxima dá-se depois da publicação do folhetim E se tivesse a bondade de me dizer porquê? em coautoria com Mário de Carvalho, numa obra em que os dois escritores são responsáveis por capítulos que se intercalam, sem nunca se encontrarem.
Poder-se-á chamar a Clara Pinto Correia a autora pós-moderna por excelência, constando da sua bibliografia desde inquéritos de cariz sociológico a uma fotonovela, passando por literatura infantil, crónica, poesia, narrativa, e divulgação científica.
Destacam-se na sua obra, para além dos já citados, na ficção: Ponto Pé de Flor e Mais que Perfeito; na literatura infantil: Quem Tem Medo Compra um Cão, A Minha Alma Está Parva e A Ilha dos Pássaros Doidos; na divulgação científica: Os Bebés-Proveta, Clonai e Multiplicai-vos e O Ovário de Eva.

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