Desejada

de Nicola Cornick
Livro eBook
Editor: HARLEQUIN, julho de 2015 ‧
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Poderia perder o coração e o controlo, nas mãos do mais incrível dos homens.
De Teresa, a marquesa viúva de Darent, dizia-se que tinha esgotado os quatro defuntos maridos com as suas necessidades insaciáveis. Por isso, não era de admirar que todos os libertinos da alta sociedade desejassem ir para a cama com ela. Se soubessem…Graças a casamentos inteligentes com homens que não lhe tinham exigido intimidade física alguma, Tess tinha conseguido conservar a inocência no que dizia respeito aos «assuntos da cama». Mas agora estava a ponto de perder tudo e desejava proteger a enteada, por quem sentia muito carinho.
Nesse momento delicado das suas vidas, apareceu o capitão Owen Purchase. O atraente aventureiro americano tinha herdado o título de visconde Rothbury. E os rumores que corriam sobre os seus ferimentos sofridos no mar indicavam que podia satisfazer os requisitos de Tess. Mas Tess demoraria pouco tempo a descobrir que os falatórios eram falsos…

Desejada

de Nicola Cornick

Propriedade Descrição
ISBN: 9788468765709
Editor: HARLEQUIN
Data de Lançamento: julho de 2015
Idioma: Português
Dimensões: 106 x 170 x 23 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 384
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Romance
EAN: 9788468765709

Desejada

Elisete

Uma mulher só que consegue superar situações de desconforte e sem saber cai numa cilada que lhe trás felicidade. Gostei.

O Engano

Nora

Gostei bastante deste enredo que parte de um pressuposto completamente errado, muito cativante.

desejada

Anabela

Uma história cheia de caça ao gato e rato. Romance qb, intria e suspense. Vale sempre a pena ler Nicola

Quem é quem

Carla

Um história de época engenhosa, com cenas de suspense e mistério que envolvem duas personagens determinadas e perseguidas pelo passado. Com um enredo de "gato e rato" o inesperado acontece.

SOBRE O AUTOR

Nicola Cornick

Nicola viveu em Yorkshire até aos dezoito anos, muito perto das paragens que inspiraram as irmãs Brontë a escrever Jane Eyre e O Monte dos Vendavais. Um dos seus avôs era poeta e na família havia professores e leitores vorazes que enchiam a casa de livros. Com estas origens era impossível que Nicola não se transformasse numa leitora ávida. Nicola foi para a típica escola onde se ensinavam as raparigas a encontrarem um marido rico e a como entrar e sair airosamente de um Rolls-Royce. Infelizmente, Nicola não prestou demasiada atenção a esse tipo de coisas, tal como encontrar um marido rico e, portanto, nunca teve oportunidade de andar de Rolls-Royce. A leitura mantinha-a muito ocupada. Na escola desenvolveu também o seu amor pela história, pela literatura inglesa e pelo francês. Entretanto, Nicola passava as tardes a ler romances de amor, históricos e a ver filmes antigos com a avó. Os avôs foram muito influentes e também a ensinaram a costurar, a dançar danças de salão e a plantar ruibarbos. Estas influências foram determinantes e Nicola Cornick utiliza-as nos seus romances históricos. Aos dezoito anos foi para o sul para estudar história na Universidade de Londres e durante as férias fazia trabalhos muito variados, desde pôr etiquetas com preços numa fábrica de sapatos a servir refrigerantes numa estação de comboios. Quando acabou a Universidade teve de fazer trabalhos pouco interessantes para ganhar a vida e trabalhou como administrativa. Mudou-se para Somerset e viveu durante sete anos numa cabana frequentada pelo fantasma de um cavaleiro. Nicola conheceu o marido quando estava na Universidade, embora tenha demorado quatro anos a dar-se conta de que era especial e não apenas um amigo. O marido, que era muito mais perspicaz, deu-se conta muito antes e, finalmente, chegaram a um entendimento. Esta falta de percepção também significou que Nicola não se desse conta durante anos de que queria ser escritora. Escreveu vários romances nos seus tempos livres, mas nunca os acabou. Finalmente, enviou os primeiros três capítulos de um romance à Mills & Boon e, apesar de terem sido rejeitados, tinha encontrado o bichinho da escrita e não foi capaz de o ignorar. Por sorte, à terceira tentativa correu tudo bem e nunca mais olhou para trás.

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