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Del Matrimonio

de Émile Zola
idioma: espanhol
Editor: Trama Editorial, S.L., junho de 2012 ‧
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Para ÉMILE ZOLA (París, 1840-1902), el amor en el siglo XVII es ôun gr an señor empenechado [à] que entra en los salones precedido por una mú sica solemneö; en el XVIII, ôun granuja desaliñado [à] que desayuna co n una rubia, cena con una morena y trata a las mujeres como diosas gen erosasö; y en el XIX, ôun joven formal, correcto como notario, que tie ne rentas del Estadoàö. Así pues, el amor heroico del XVII , el amor sensual del XVIII se han convertido en el amor pragmático qu e se concluye a toda prisa como un negocio en Bolsa. ôEl hombre actua l no tiene tiempo para amar, y se casa con la mujer sin conocerlaà y sin que ella lo conozca a élö

Del Matrimonio

de Émile Zola

Propriedade Descrição
ISBN: 9788492755639
Editor: Trama Editorial, S.L.
Data de Lançamento: junho de 2012
Idioma: Espanhol
Encadernação: Capa mole
Páginas: 62
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Espanhol > Literatura > Romance
EAN: 9788492755639

SOBRE O AUTOR

Émile Zola

Émile Zola nasceu em 1840 em Paris. Cresceu em Aix-en-Provence, onde estudou no Collège Bourbon, regressando a Paris para continuar os estudos. A braços com dificuldades financeiras após a morte do pai, trabalhou em escritórios e colaborou em diversos jornais. Com a entrada na Hachette, Zola iniciou-se no mundo da literatura, conhecendo escritores como Taine, Stendhal, Balzac e Flaubert. Publicou os primeiros poemas, contos e artigos e, aos vinte e cinco anos, trocou a vocação inicial de poeta pela de romancista, escrevendo La Confession de Claude. A partir daí, viveu como jornalista e romancista, publicando Le voeu d’une morte (1866) e Thérèse Raquin (1867), obra que afirmou a sua estética naturalista, integrando teorias da sua época como o darwinismo, o evolucionismo e o determinismo científico. Inspirado n’A Comédia Humana de Balzac, iniciou em 1871 a série Rougon-Macquart, a que deu o subtítulo História natural e social de uma família sob o Segundo Império. Dela fazem parte Nana (1880) e Germinal (1885), duas das suas principais obras. Entretanto, em 1880, publicara O Romance Experimental, manifesto literário do movimento naturalista. Para Zola, o romancista era um observador da Natureza, adotando uma atitude experimental e trabalhando os factos sociais e emocionais como um químico trabalha com a sua matéria. Os seus livros percorreram temas tão diversos como as greves dos mineiros em Germinal, o alcoolismo das classes trabalhadoras em L’Assommoir, a decadência sexual das classes abastadas em La Curée e a ligação dos camponeses às suas terras em La Terre. Algumas das suas obras foram consideradas escandalosas na época, e nunca foi escolhido para a Academia Francesa, a que foi candidato vinte e quatro vezes. Em 1898, Zola participa no debate público relativo ao Caso Dreyfus, defendendo a inocência, que se viria a provar, do acusado. O seu artigo «J’accuse», publicado no L’Aurore, acabou por levar à revisão do processo judicial. Mas a sua publicação fez com que fosse processado e condenado a um ano de prisão, o que o levou a exilar-se em Inglaterra. Morreu em 1902 no seu apartamento na rua de Bruxelles, em condições que não excluíram a hipótese de assassínio.

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