Dêem-nos Alguma Coisa em Que Acreditar
O discurso do 10 de Junho e outros textos
SINOPSE
Dêem-nos Alguma Coisa em Que Acreditar - O discurso 10 de Junho e outros textos reúne num só volume as duas intervenções e João Miguel Tavares durante as cerimónias do Dia de Portugal, adicionando vários artigos e entrevistas, além de um texto inédito sobre a história de dois discursos que puseram o país a pensar.
Reações ao discurso do 10 de junho de João Miguel Tavares
«Na conclusão do seu extraordinário discurso, o João Miguel Tavares deixou um desafio à classe política: que esta dê aos portugueses algo em que acreditar.»
Adolfo Mesquita Nunes, Visão
«O discurso de João Miguel Tavares tem muitas coisas com que se concordar e de que se discordar, suscitou um debate real sobre a sua relevância e ajuda-nos a pensar o momento em que o país está.»
Rui Tavares, Público
«Num discurso sentido, cheio de referências pessoais, que rompeu com a tradição de discursos enfadonhos no Dia de Portugal, [João Miguel Tavares] atacou sem grandes rodriguinhos aquilo a que chamou uma séria avaria no elevador social da nossa democracia. Dificilmente o tema podia ser mais importante e mais atual.»
Pedro Norton, Visão
«Como acontece com todo o discurso baseado numa ideia meritocrática que não passe da enunciação genérica do valor da igualdade de oportunidades, subscrevo tudo o que foi dito por João Miguel Tavares. Eu e quase toda a gente.»
Daniel Oliveira, Expresso «Há momentos da minha vida em que eu me sinto pedante; não consigo evitar.»
José Pacheco Pereira, Circulatura do Quadrado, TVI24
«Essa ideia de chamar o homem comum [para discursar no 10 de Junho] a mim já me parece mal. Então chamassem o padeiro de Portalegre.»
Inês Pedrosa, O Último Apaga a Luz, RTP3
EXCERTOS
“A corrupção não é apenas um assalto ao dinheiro que é de
todos nós – é colocar cada jovem mais longe do seu sonho.
Cada família, cada pai, cada adolescente, convence-se
de que o jogo está viciado. Que não é pelo talento e pelo
trabalho que se ascende na vida. Que o mérito não chega.
Que é preciso conhecer as pessoas certas. Que é preciso
ter os amigos certos. Que é preciso nascer na família certa.”
“No nosso país instalou-se esta convicção
perigosa: um jovem talentoso que queira singrar
na carreira exclusivamente através do seu mérito,
a melhor solução que tem ao seu alcance é
emigrar. Isto é uma tragédia portuguesa.”
“Há o “eles” – os políticos, as instituições, as várias
autoridades. E há o “nós” – eu, a minha família, os
meus colegas, os meus amigos. Entre o “nós” e o
“eles” há uma distância atlântica, com raríssimas
pontes pelo meio. “Eles” não têm nada a ver
connosco. “Nós” não temos nada a ver com eles.”
DETALHES
| Propriedade | Descrição |
|---|---|
| ISBN: | 9789895442522 |
| Editor: | Cinco Um Zero |
| Data de Lançamento: | julho de 2019 |
| Idioma: | Português |
| Dimensões: | 110 x 178 x 6 mm |
| Encadernação: | Capa mole |
| Páginas: | 96 |
| Tipo de produto: | Livro |
| Classificação Temática: |
Livros em Português
>
Política
>
Política em Geral
|
| EAN: | 9789895442522 |
QUEM COMPROU TAMBÉM COMPROU
-
A Geringonça10%Oficina do Livro5,00€ 10% CARTÃO
-
Eleições10%Edições Sílabo15,50€ 10% CARTÃO