Decompondo o Arco-Íris

de Richard Dawkins
Editor: Gradiva, abril de 2000 ‧
A compreensão científica diminuirá a nossa sensibilidade ao carácter especial da vida? Talvez um cientista entenda o mecanismo da natureza. E a sua beleza? Newton pegou num prisma para criar um arco-íris artificial, assim revelando o espectro colorido escondido na luz branca; será que, a partir desse momento, a poesia do arco-íris se viu para sempre reduzida?

Richard Dawkins responde com um apaixonado "não", não apenas em relação ao arco-íris mas também em relação a toda a natureza.

Dawkins prova que o desejo do belo não deve desviar-nos da procura da verdade. Quer na análise da luz das estrelas, quer no estudo do som das ondas, das pegadas animais ou do ADN humano, os mundos aparentemente miraculosos que a ciência continua a revelar deveriam inspirar e não minar a imaginação poética.

Este é o primeiro livro de Richard Dawkins que se afasta do objectivo específico de explicar a evolução. Elegante, engenhoso e muitas vezes tocante, Decompondo o Arco-Íris, porventura o seu livro mais pessoal, é uma defesa inspiradora da imaginação científica, tão interessante e motivador quanto intemporal e importante.

Decompondo o Arco-Íris

de Richard Dawkins

Propriedade Descrição
ISBN: 9789726627432
Editor: Gradiva
Data de Lançamento: abril de 2000
Idioma: Português
Dimensões: 134 x 209 x 11 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 356
Tipo de produto: Livro
Coleção: Ciência Aberta
Classificação Temática: Livros em Português > Ciências Sociais e Humanas > Outros
EAN: 9789726627432
Idade Mínima Recomendada: Não aplicável

SOBRE O AUTOR

Richard Dawkins

Foi Professor Charles Simonyi de Compreensão Pública da Ciência na Universidade de Oxford entre 1995 e 2008. Natural de Nairobi, filho de pais britânicos, foi educado em Oxford, onde realizou o seu doutoramento sob a orientação do zoólogo britânico Nikolaas Tinbergen, Prémio Nobel da Fisiologia e da Medicina em 1973. Lecionou em Berkeley e em Oxford antes de se tornar o primeiro titular da cátedra Simonyi.
O Gene Egoísta projetou Richard Dawkins para a fama e continua ainda hoje a ser a sua obra mais lida e conhecida. Seguiu-se um vasto conjunto de livros de grande sucesso dos quais a Gradiva publicou A Escalada do Monte Improvável, Decompondo o Arco-Íris e O Relojoeiro Cego.
Richard Dawkins é membro da Royal Society e da Royal Society of Literature. Recebeu numerosas distinções e prémios, entre os quais o Prémio da Royal Society of Literature (1987), o Prémio Los Angeles Times Literary (1987), o Prémio Michael Faraday da Royal Society (1990), o Prémio Nakayama para as Ciências Humanas (1994), o Prémio International Cosmos for Achievement in Human Science (1997), o Prémio Kistler (2001), o Prémio Shakespeare (2005), o Prémio Lewis Thomas for Writing About Science (2006) e o Prémio Nierenberg Prize for Science in the Public Interest (2009).

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