10% de desconto

Decolonizar o Museu

Programa de desordem absoluta

de Françoise Vergès
Editor: Orfeu Negro, maio de 2024 ‧
19,00€
17,10€
10% DESCONTO IMEDIATO
EM STOCK -
portes grátis
Venda o seu livro
Decolonizar o Museu propõe uma leitura crítica do chamado museu universal e reflecte sobre a forma que poderia assumir um pós-museu numa perspectiva decolonial. Produto do Iluminismo e do colonialismo, da ideia de uma Europa guardiã do património de toda a humanidade, acumuladora dos objectos e saberes dos povos dominados, o museu universal é um modelo hegemónico assente em políticas imperialistas que enformam o capitalismo racial.

Escapar a este modelo no pós-museu implica reanimar o legado de resistência aprendido nos processos históricos de descolonização e que a crítica decolonial recupera traçando um horizonte radical: decolonizar verdadeiramente o museu é pôr em prática um programa de desordem absoluta, é fazer um esforço de imaginação e criar outras formas de narrar e compreender o mundo, que nutram a criatividade colectiva e tragam justiça e dignidade às populações que delas foram desapossadas.

Decolonizar o Museu

Programa de desordem absoluta

de Françoise Vergès

Propriedade Descrição
ISBN: 9789899071971
Editor: Orfeu Negro
Data de Lançamento: maio de 2024
Idioma: Português
Dimensões: 122 x 180 x 16 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 296
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Português > História > Museografia e Museologia
EAN: 9789899071971

SOBRE O AUTOR

Françoise Vergès

Françoise Vergès é politóloga, historiadora, ativista e especialista em estudos pós-coloniais. Formou-se em Ciências Políticas e Estudos Feministas na Universidade do Estado de San Diego e doutorou-se em Teoria Política na Universidade da Califórnia em Berkeley. É autora de várias obras e ensaios sobre o abolicionismo, a psiquiatria colonial e pós-colonial, a memória da escravidão e novas formas de colonização e racialização. Trabalha regularmente com artistas, tendo sido coautora dos documentários Aimé Césaire face aux révoltes du monde e Maryse Condé: une voix singulière. Como curadora independente organizou as exposições L’esclave au Louvre: une humanité invisible, no Museu do Louvre, bem como Dix femmes puissantes e Haïti, effroi des oppresseurs, espoir des opprimés, no Memorial da Abolição da Escravatura, em Nantes.

(ver mais)

DO MESMO AUTOR

QUEM COMPROU TAMBÉM COMPROU