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Das Paradas Agrícolas aos Cortejos Etnográficos em Portugal

Uma narrativa gráfica de finais do século XIX e primeira metade do Século XX

de José Luis Mingote Calderón
Editor: Edições Afrontamento, outubro de 2022 ‧
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São retratos dos amigos e de pessoas que conviveram ou desenharam com ele; algumas próximas e constantes, outras reaparecidas na sala e na vida do Eduardo depois de muito tempo.

É um segmento de vida em que, com vagar, o Eduardo apontou no caderno, sob o olhar de cada retratado e o sol das tardes, detalhes, conversas, silêncios, vozes, coisas importantes e desimportantes ao longo do verão de 2020.

Das Paradas Agrícolas aos Cortejos Etnográficos em Portugal

Uma narrativa gráfica de finais do século XIX e primeira metade do Século XX

de José Luis Mingote Calderón

Propriedade Descrição
ISBN: 9789723619454
Editor: Edições Afrontamento
Data de Lançamento: outubro de 2022
Idioma: Português
Dimensões: 201 x 246 x 26 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 460
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Português > Ciências Sociais e Humanas > Sociologia
EAN: 9789723619454

SOBRE O AUTOR

José Luis Mingote Calderón

José Luis Mingote Calderón (1953). É atualmente curador do Museo Nacional de Antropologia (Madrid, Espanha). As suas linhas de pesquisa evoluíram desde os aspetos técnicos da agricultura pré-industrial, com especial as suas linhas de pesquisa evoluíram desde os aspetos técnicos da agricultura pré-industrial, os aspetos técnicos da agricultura pré-industrial, com especial as suas linhas de pesquisa evoluíram desde os aspetos técnicos da agricultura pré-industrial, com especial interesse em alfaias agrícolas, animais e património imaterial às representações dos camponeses. Tem-se dedicado também a trabalhos e exposições em que a fotografia desempenha um papel importante e, desde há alguns anos, o seu campo de estudos tem sido direcionado para Portugal, de que resultou a exposição inaugurada em 2016 no Porto, no Museu Nacional Soares dos Reis, «Da Fotografia ao Azulejo. Povo, monumentos e paisagens de Portugal na primeira metade do século XX», que percorreu depois várias localidades de Portugal e Espanha, e da qual foi editado um livro-catálogo com o mesmo nome. A passagem do tempo e as mudanças políticas ¿ da Monarquia para a Primeira República, e depois para a Ditadura ¿ permite que esses desfiles de camponeses sejam interpretados com intencionalidades políticas diversas, que chegarão ao auge do intervencionismo com a sua organização pelas instituições do Estado Novo, quando foram apresentados como prova da adesão do povo camponês ao regime de Salazar. A história dessas representações do mundo rural e das suas variantes até aos anos 1950 do século XX, é o cerne deste livro, resultado de uma aturada investigação nos arquivos e bibliotecas nacionais e de uma pesquisa exaustiva da imprensa e publicações portuguesas da época.

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