Culture Is Not An Industry

Reclaiming Art And Culture For The Common Good

de Justin O'Connor
idioma: inglês
Editor: Manchester University Press, fevereiro de 2024 ‧
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Culture is not an industry argues that art and culture in the UK need to renew their social contract and re-align with the radical agenda for a more equitable future. Bold and uncompromising, the book offers a powerful vision for change. -- .

Culture Is Not An Industry

Reclaiming Art And Culture For The Common Good

de Justin O'Connor

Propriedade Descrição
ISBN: 9781526171269
Editor: Manchester University Press
Data de Lançamento: fevereiro de 2024
Idioma: Inglês
Dimensões: 131 x 198 x 20 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 304
Tipo de produto: Livro
Coleção: Manchester Capitalism
Classificação Temática: Livros em Inglês > Ciências Sociais e Humanas > Filosofia
Livros em Inglês > Outros
EAN: 9781526171269

Culture Is Not An Industry de Justin O'Connor

Pedro Quintela

Justin O’Connor é um dos principais teóricos e analistas do processo de transição das indústrias culturais para as culturais e criativas e, mais tarde, economia criativa – e seus impactos do ponto de vista das políticas culturais, das transformações urbanas associadas aos processos de gentrificação, etc. Tendo começado por assumir um papel técnico, enquanto consultor e mais tarde académico, na Manchester da década 1990, O’Connor tornou-se numa das mais proeminentes figuras neste campo, tendo acompanhado de perto este processo de mudança (desde logo no Reino Unido, onde nasceu, mas também em toda a Europa, na Ásia e Oceania, com particular incidência na Austrália onde hoje reside). No seu mais recente livro, Culture is not an industry, O’Connor argumenta que é necessário romper (politicamente, mas também cientificamente) com toda a retórica da agenda criativa e propõe um caminho crítico para resgatar o valor social da cultura e superar uma entendimento neoliberal do valor das criatividade. Para tal o autor parte da abordagem do Foundational Economy Collective (esse é a grande novidade do livro), para além de um vasto conjunto de perspectivas criticas que, desde meados da década de 2000, têm ganho consistência (sobretudo no seio da academia). Um contributo importante!

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